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Dicas, Marketing Digital

Redes sociais são espaços delicados no meio online. É por onde ocorre toda a interação e o engajamento entre uma empresa e os potenciais clientes.

Dessa forma, o perfil na rede social é a face da empresa posta à prova por meio de redes de contato com usuários que apresentam um determinado problema a ser solucionado.

Por isso, é imprescindível saber como se portar nas redes sociais como empresa e, consequentemente, como o público irá enxergá-la.

Afinal, ali é um ambiente de construção de relacionamento, no qual uma escorregada e a perda do potencial é irrecuperável, lamentavelmente.

O que não fazer nas redes sociais da empresa

Pensando nisso, a Good Ads desenvolveu um Guia Completo que envolve as 12 coisas para nunca fazer nas redes sociais.

Quer aprender mais sobre? Vem com a gente que te mostramos as proibições e te explicamos detalhadamente os motivos. 

1) Apenas vender o seu produto

Sabe aquele perfil no Instagram que as publicações envolvem apenas vender o produto ou serviço? Os posts envolvem preços, os stories são sobre promoções e os Reels são meros vídeos publicitários? 

Pois bem, não seja esse perfil!

Quando uma empresa foca só na venda, o cliente não necessariamente se atrairá pelos valores ofertados. Querer vender pelo Instagram, Facebook ou TikTok envolve um caminho a ser trilhado.

Por isso, antes de decidir comprar, é preciso apresentar os motivos que possam levar o potencial cliente a querer adquirir o produto ou serviço.

Promoções, anúncios e a necessidade de venda escancaram que o objetivo da empresa é meramente oferecer um produto, quando, na realidade, ela precisa oferecer soluções para os problemas da audiência.

2) Não investir em profissionalismo

Tudo o que é barato sai muito caro. Um dos grandes problemas de vários perfis profissionais em rede social é justamente a falta de profissionalismo.

Ao contratar uma agência especializada, é preciso ter ciência que tudo é feito seguindo uma determinada estratégia, desde a elaboração da arte até o texto utilizado na publicação.

3) Postar por postar

A falta de profissionalismo então desencadeia o que chamamos de “postar por postar”. Um post apenas para “encher linguiça” nunca é uma boa ideia.

Todas as publicações devem ter objetivo, abranger um sentido e atingir o público de alguma forma. Para isso? Apenas profissionalizando a gestão das redes. 

Dessa maneira, tudo o que irá para o ar terá a curadoria necessária para aquela determinada rede social e destinado ao público-alvo definido.

4) Ter perfis em todas as redes sociais

Jamais! Você deve estar onde o seu público está e ser capaz de administrá-lo da maneira correta e mantendo o profissionalismo.

De nada adianta ter um Facebook, um Instagram, um TikTok, um Twitter, um Pinterest, um YouTube e não possuir capacidade para gerar conteúdo para tudo.

A concentração deve estar onde o público está, e então criar a partir da linguagem adotada pela determinada rede social.

5) Não estabelecer uma linguagem própria

Ter presença online não se trata apenas de criar uma conta na rede social e postar. É preciso marcar a presença. Mas… como?

Bom, são três pilares essenciais para isso acontecer: imagem, posicionamento e linguagem. 

É preciso ser presente como um todo:

  • Que os usuários observem a imagem e lembrem da sua marca. 
  • Que saibam o posicionamento sem antes a empresa se posicionar. 
  • Que entendam a linguagem e conversem com a empresa.

Isso é presença e identidade. Uma maneira de marcar espaço e garantir o reconhecimento da marca.

6) Nunca responder o público 

Ter uma rede social silenciosa é o grande erro de muitas empresas. Sabe o que isso quer dizer? Que o público não se sente à vontade de dialogar e conversar.

Por isso, mesmo em pequenas falas ou mensagens é importante estabelecer um diálogo humano e concreto na própria seção de comentários.

Questionar, estimular a conversa e então tentar atingir o usuário. Sem isso, o potencial cliente comenta para não ser lido e, assim, tornando-se esquecido.

7) Não comentar em publicações

Algo que é pouco visto entre os perfis de micro e pequenas empresas é o fato de comentar na publicação de terceiros. O engajamento que essa pequena ação garante é imensurável.

Por isso é uma ação essencial, uma vez que há uma maior exposição e, dentro do contexto da publicação, participar ativamente da ação.

Um exemplo básico são comentários em posts do mesmo assunto, elogiando, questionando e assim expondo-se para novos públicos, mas sempre de forma sutil.

8) Menos memes e mais conteúdo

Memes são culturas de agilidade. Ou seja, hoje são engraçados, mas amanhã já são passado. Sendo assim, não vale a pena investir nesse quesito.

Em algumas situações vale a pena, sobretudo quando o timing é exato para uma determinada publicação e a repercussão ultrapassa qualquer tipo de bolha na internet.

Diferentemente disso, não vale a pena investir em memes como alternativa de comunicação da empresa, isso porque tornam-se repetitivos em excesso e cansativos para o público.

9) Desleixo com a qualidade

Qualidade sempre deve ser priorizada em razão da quantidade. Por isso deve ser sempre observado corretamente o melhor horário para postagens e a periodicidade a ser feita.

Contudo, muito além disso, a qualidade deve reinar. Para uma empresa pequena, três publicações por semana são o bastante.

Variar é fundamental, com o intuito de atingir o público com conteúdos diversos, a fim de atrair usuários.

10) Apostar em apenas um formato 

O tópico anterior direciona para um problema comumente visto em perfis de rede social de inúmeras empresas dos mais variados ramos: a limitação de conteúdo.

Em muitos casos a publicação envolve uma imagem e um texto. Mas… só isso? Vídeos, podcasts, Reels, TikTok, YouTube, Spotify, Pinterest. 

Adotar a variedade ajuda na sobrevivência do negócio, garantindo uma maior exposição da marca.

11) Erros de português

Ninguém precisa ser o próprio Professor Pasquale da vida. Contudo, a atenssão aos detalhes precisa sempre ser redobrada. 

Afinal, percebeu como não ficou legal aquele atenção com ‘ss’ (dois esses) no parágrafo anterior?

É desse tipo de erro que tratamos. Erros básicos que devem ser cuidados, para, assim, evitar desconfiança sobre quem está falando pela marca.

12) Publicar conteúdos dos outros

Isso acontece mais frequentemente do que se imagina. Plágio, além de errado, é um crime! Portanto, o conteúdo deve ser sempre original ou então com os devidos créditos.

Vale para imagens, vídeos, trechos de textos (citações) e também para ideias de publicações em redes sociais, ok? 

Então é bom sempre importante evitar a cópia, mas a inspiração é sempre válida, contando, claro, com os devidos créditos

Até porque não é trabalho algum e você se torna uma pessoa muito mais legal na web.

Mas e aí, gostou das dicas sobre o que nunca fazer nas redes sociais da sua empresa? Se curtiu, compartilha com quem comete algum destes deslizes para ele ou ela evitarem no futuro!

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Dicas, Marketing Digital

Este texto é para você que está pensando em ter uma loja online e vender pela internet. Este texto também para você que tem uma loja online, mas ainda não sabe como lucrar vendendo pela internet.

A Good Ads tem o guia completo ensinando como vender pela internet, investindo pouco e obter lucros, além de presença online

Dicas para vender pela internet 

À primeira vista, vender pela internet assusta. Afinal, é um desconhecido. Tudo parece difícil de acessar. E está tudo bem. É preciso explorar, errar para acertar e, no futuro, colher os frutos do aprendizado.

Seja para quem já tem uma loja online ou quem planeja começar a vender pela internet, algumas dicas básicas são essenciais.

Trabalhe com a qualidade acima de tudo

Qualidade nas fotos. Qualidade nas redes sociais. Qualidade no contato com os clientes. É a palavra-chave de qualquer loja online

O cliente compra por necessidade, mas também é instigado a comprar pelos olhos. O que agrada é o visual. Um cliente pode ser perdido ao primeiro contato com a loja e não se agradar da organização do site ou do feed de notícias.

Por isso a profissionalização das redes é tão importante. Tudo reflete qualidade. Afinal, se o conteúdo criado e o cuidado com a loja ou as redes sociais inexistir, quem garante que o produto também não terá deficiências? 

Ofereça contato e suporte ao cliente em todo o processo de compra

O contato e o suporte é o que chamamos de pós-compra. Ela faz parte da jornada de compras do cliente e é parte essencial do processo.

Por isso, além de oferecer o suporte para dúvidas na pré-compra, também é importante consultar o cliente sobre o produto no pós-compra.

“O produto atendeu às expectativas?”

“Alguma sugestão para melhorarmos nosso atendimento?”

“Você indicaria este produto para mais pessoas?”

O feedback do cliente é essencial, pois ele também servirá como uma propaganda para o seu negócio.

Trabalhe na autoridade e na credibilidade da sua marca

Gerar autoridade e credibilidade depende de uma estratégia digital essencial para qualquer loja online: marketing de conteúdo. 

Com o marketing de conteúdo, a sua loja se apresenta como uma autoridade sobre o assunto, mostrando as vantagens de o cliente adquirir determinado produto e como este pode resolver os seus problemas.

O conteúdo deve retratar o produto, mas nunca com a intenção única de venda, mas sim apresentar ao potencial cliente os motivos que possam fazê-lo querer finalizar uma compra.

Saiba atrair seus clientes para comprarem os produtos

Na internet é possível fazer propaganda de qualidade a um investimento baixo. O Google Ads, o Facebook Ads e o Instagram Ads funcionam para atingir o maior número de pessoas com custo que cabe no bolso de qualquer empresa.

Para qualquer loja online é imprescindível ter uma reserva separada para os Ads. Isso porque assim é possível atingir um público nichado e de acordo com as expectativas da empresa.

Por essa razão é tão importante contar com um público-alvo definido, pois é a partir dele que toda uma estratégia de exposição e fortalecimento da marca será feita.

Tenha a opção de frete grátis sempre

Muitas pessoas podem achar que é difícil cobrir o frete. Entretanto, ter o frete grátis é atrativo para o fechamento da venda. Uma boa medida é colocar um mínimo de compras para gerar frete grátis. Por exemplo: compras acima de R$ 150 possuem frete grátis. 

Isso já provoca o consumidor e o faz querer chegar aos R$ 150 para desfrutar do frete grátis. Contudo, sem a opção de frete grátis – mesmo que para um mínimo de compras – o estabelecimento pode acabar perdendo a venda.

Estudos envolvendo o mercado apontam que a ausência do frete online podem influenciar entre 50% a 70% da desistência no processo de compra online

Portanto, o uso do frete grátis como fator de venda é uma maneira de fechar a compra e ainda garantir um consumidor fiel.

Onde vender pela internet

A venda pela internet é uma forte tendência, tanto é que até mesmo as redes sociais decidiram entrar no mercado. A escolha de onde vender parte da preferência de cada loja online e de qual produto se está vendendo.

Facebook e Instagram Shop

Excelentes para roupas, o Facebook e o Instagram Shop podem servir como divulgadores e para fechamento de compras com fácil acesso e prático uso.

Marketplace

Ideal para produtos tecnológicos, os marketplaces envolvem o Mercado Livre, o Facebook, a OLX e por aí vai. Servem para tirar dúvida e procurar compradores mais específicos que estejam realmente precisando.

Loja online própria

A loja online própria é um passo adiante. O investimento é um pouco maior, mas pode gerar resultados, principalmente em função da credibilidade adquirida e da autoridade conquistada. 

Vantagens de vender na loja online

  • Autonomia em todos os processos;
  • Horários flexíveis ao vender pela internet;
  • Maior alcance online do que offline;
  • Baixo investimento;
  • Ferramentas para propaganda com baixo custo;

E você tem alguma ideia do que pretende vender online? Chame a gente que te ajudamos em todos os seus processos de venda. 

Vender pela internet é a melhor opção em um mundo cada vez mais digital. Com o passar dos anos mais esta tendência se tornará uma regra.

Quer deixar esta oportunidade para trás? Não mesmo. Comece agora mesmo com sua loja online e venda muito mais no online. 

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Conectados, Dicas

A Black Friday 2020 se aproxima e, com ela, a ansiedade de clientes em fazer as tão desejadas compras com descontos nas lojas online.

Entretanto, como saber explorar as melhores ofertas e de que forma é possível aproveitar ao máximo esse momento de descontos para compra de produtos tecnológicos, roupas, maquiagens e até mesmo serviços?

Bom, não há uma receita mágica a ser seguida, mas algumas dicas preciosas podem ajudar a aproveitar os descontos das páginas existentes nas profundezas da internet. Quer saber como descobri-las? A Good Ads te ensina!

Tendências da Black Friday 2020

A Black Friday 2020 traz consigo algumas novidades em relação aos últimos anos. Além do dólar em alta, há também algumas fortes tendências dentro do mercado que prometem fazer a diferença no momento das compras.

Mais consumo digital

Com um maior consumo digital, as atenções do consumidor devem ser voltadas aos sites. Isso porque a ideia principal das empresas é voltar descontos maiores em seus sites e portais.

Menos consumo pelo mobile

Em 2019, o consumo via mobile foi de 52%. Entretanto, com a pandemia e o maior acesso ao computador de mesa, a tendência será uma maior otimização das páginas de navegador do que propriamente nos aplicativos.

Assim, o ideal é estar no F5 e não no “Arrasta Pra Cima” (Prefira o uso do computador ao celular nessa Black Friday).

5 dicas para comprar mais barato na Black Friday 2020

Existem alguns macetes que podem ajudar a comprar ainda mais barato na Black Friday 2020 e não cair nas promoções que falam em “dobro da metade do preço”. Assim, há algumas dicas para fugir disso e conseguir os melhores produtos.

Coloque os produtos na sua wish list

A wish list é, na tradução livre, a lista de desejos. Nela, são colocados os produtos que o comprador está de olho. Dessa forma, novidades sobre esses produtos chegam diretamente no email.

A grande vantagem da wish list é saber em tempo real se houve oscilação de preço, se há alguma vantagem e ainda se o preço realmente diminuiu na Black Friday.

Foque no que quer comprar e não no que está na Black Friday

Evite comprar aquilo que não precisa. A Black Friday no Brasil não se resume a apenas um dia e o que não baixou o preço hoje, pode baixar amanhã e assim sucessivamente. Portanto, é preciso ter foco naquilo que se deseja comprar.

Compare preços com cookies ativados, desativados e janela anônima

O uso dos cookies pode tornar os preços, digamos, “viciados”. Uma ideia é sempre desativar os cookies, utilizar janela anônima e assim “enganar” os portais de compra para que o direcionamento de preços mude. 

Afinal, isso costuma acontecer bastante com passagens aéreas, por exemplo.

Fique atento nas condições de pagamento 

Uma promoção pode parecer extremamente atrativa e caber no seu bolso. Contudo, em alguns casos, pode ser que seja apenas o valor à vista. Portanto, é sempre importante acompanhar as condições, se à vista e à prazo possuem o mesmo valor, por exemplo.

Pesquise o máximo que puder

Tornar-se especialista na Black Friday virou algo comum, afinal você pesquisa tanto sobre algo que acaba virando um especialista em sites de compras. 

Contudo, o segredo é realmente importante a pesquisa. Sempre faça uma pesquisa aprofundada, inclusive, sobre o produto a ser comprado, principalmente se forem eletroeletrônicos. 

Suspeite dos descontos ‘bons demais para serem verdade’ da Black Friday

É sempre importante também lembrar que a atenção é primordial nesse período de promoções. Com as pessoas estando mais tempo em casa, os golpes pela internet aumentaram.

Dessa forma, é fundamental a atenção às possíveis ofertas “boas demais para serem verdade”. 

Assim, estude, pesquise e verifique os melhores preços e condições, para sair da Black Friday 2020 já com bons olhos para a Black Friday 2021.

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Precisando de uma Agência para dar um UP nas suas vendas da Black Friday? Fale com a gente da Good Ads Marketing Digital

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Dicas, Marketing Digital

Você já deve saber quase tudo sobre o Black Friday, certo? A data que é celebrada nos Estados Unidos desembarcou no Brasil há poucos anos e tem feito um verdadeiro sucesso por aqui.

Quem trabalha com marketing sabe do poder que essa data tem e do elevado número de compras que ela motiva. Por isso, nada mais justo de colocar sua micro ou pequena empresa no meio!

Não é porque você tem apenas um pequeno e-commerce de canecas personalizadas, um site com venda de roupas infantis por varejo e atacado ou ainda presta serviços de software ERP que não deve estar na Black Friday.

A data é para todos! Por isso, preparar-se para ela é fundamental e estipular estratégias é essencial. Então, que tal aproveitar essa data para alavancar as suas vendas e, consequentemente, a sua marca?

Por que adotar o Black Friday na micro e pequena empresa?

O Black Friday tem um grande apelo nos Estados Unidos e, mais recentemente, o Brasil também o adotou. A data é celebrada um dia após a comemoração do Dia de Ação de Graças. Em 2020, a data será 27 de novembro.

  • Data do Black Friday em 2020 é dia 27 de Novembro

Por conta disso, há muito tempo ainda para se preparar, umas semanas, sendo ideal sempre, com semanas de antecedência, já começar os preparativos para o boom de vendas. 

Participar da Black Friday 2020 é fundamental para micro empresas e pequenas empresas

Ao longo do Black Friday 2019, um número chamou muito a atenção. No ano passado, o número de pessoas que fizeram sua primeira compra no período cresceu assustadoramente. 

Segundo dados, 418 mil brasileiros utilizaram a internet pela primeira vez para comprar um item na Black Friday. Se em 2019, o número quase bateu a casa do meio milhão, imagine no Black Friday 2020?

O processo de inclusão digital cresceu e a adesão das pessoas a internet acompanhou esse avanço. É hora, portanto, de ficar de olho em dicas para não perder a oportunidade de vender na Black Friday 2020 e assim trazer mais vendas ainda para seu e-commerce.

Vantagens do Black Friday 2020 para micro e pequenas empresas

  • É uma campanha já pronta que movimenta o mercado;
  • Preços baixos e compradores ansiosos para desbravar promoções;
  • A insana busca pelo mais barato e pelos maiores descontos;
  • Comunicação facilitada pela ânsia de comprar;
  • Instinto de consumo voltado para a compra;
  • Busca por finalizar a compra antes do fim das promoções;


Dicas para micro e pequenas empresas no Black Friday 2020

É importante estar atento às datas comemorativas, bem como às estratégias a serem tomadas. Pensando nisso, a Good Ads separou algumas dicas para micro e pequenas empresas para a Black Friday 2020 e as demais que virão nos próximos anos. Confira!

Oferecer descontos realmente incríveis

O primeiro passo é realmente oferecer descontos incríveis à sua audiência. Nada de 5% ou 10%. Saia da caixinha e faça ofertas quase a preço de custo. Afinal, a estratégia da Black Friday 2020 é angariar clientes.

Frete grátis chama muito a atenção

Coloque frete grátis a partir de um consumo x. Gastou R$ 300? Frete grátis! Assim, você condiciona o público a gastar mais, estipulando, inclusive, as peças que têm direito ao frete grátis proposto. 

Dê um tratamento VIP à sua cartela de cliente

Faça com que seu público se sinta especial. Se um cliente casual ganha 25% de desconto, ofereça 40% a quem já é um comprador assíduo do seu e-commerce. Faça-o sentir especial por estar comprando e ser ativo no seu site.

Crie Wish Lists

A wish list é uma técnica muito interessante. No português livre, a Lista de Desejos ajuda o público a ter controle, por meio do e-mail, daquilo que lhes interessa. Assim, caso receba algum desconto, a mão de comprar com certeza coçará.

Tenha contato constante com o público

Faça contagem regressiva, comunique por e-mail, redes sociais e blog tudo o que precisa ser informado para deixar o público ciente das promoções ofertadas na Black Friday 2020.

Black Friday 2020: ideal para quem quer expandir a marca

O Brasil atualmente vive uma alta nos preços, uma crise sem precedentes e a economia está instável. Investir em uma data que proporcione descontos atrairá o público, que aguarda ansiosamente pela Black Friday 2020.

Afinal, o público espera e anseia por esses descontos, que espera surgirem durante o período de novembro, o qual antecede uma data tão importante como o Natal.

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E saiba que para um bom anúncio é só contatar nós da Good Ads

www.GoodAds.com.br

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Dicas, Good Ads

Realmente parece que creditar imagens é algo difícil. Mas só parece. Na verdade é muito simples e exige apenas alguns detalhes a se atentar quando se coloca os devidos créditos a uma imagem.

Afinal, como fazer esse correto crédito às imagens? Quais são livres para uso? Quais posso usar para ilustrar? Como saber se posso usar? 

Calma! A agência de marketing digital de São Carlos, Good Ads, te dá aquela força. Vamos lá aprender? Confia que é simples!

Creditar imagens e ser uma pessoal legal na internet

Existem vários tipos de imagens na internet e várias delas podem ser alocadas em categorias, por assim dizer. Pode existir a Reprodução, a Divulgação, a Ilustração e ainda as de Direitos Livres Para Uso Comercial.

Basicamente elas se dividem entre estas quatro categorias, então, como creditar tais imagens? Vamos verificar!

Primeiro caso: tenho todas as informações da imagem

Sei quem é o autor, de onde veio, é liberada para uso comercial e o autor deixou claro que é possível utilizá-la sem problemas. Ótimo! Basta utilizar um padrão, como (João Silva via Site do João), sempre fazendo o hiperlink para o site na própria imagem.

Segundo caso: foto encontrada no Pinterest

Pinterest, Tumblr, We Heart It e Google Imagens são apenas repositórios (detalhe para esta palavra) de imagens. Ou seja, não possuem qualquer ligação com a pessoa que detém os direitos da imagem original.

Nada de colocar (via Pinterest) ou (via Google Imagens), por favor! Baixar a imagem e utilizar o mecanismo de busca do Google por imagens já basta para facilmente encontrar a origem da fotografia.

Ainda na dúvida de utilizar? A dica é: não use. Melhor pecar por perder do que por usar algo indevidamente.

Terceiro caso: bancos de imagens como Pixabay, Flickr e Pexels

Aqui, diferentemente do Tumblr e do Pinterest, por exemplo, são bancos de imagens, ou seja, depósitos online para que fotógrafos exponham seu trabalho.

Nestes casos, cada imagem é uma avaliação diferente, pois, apesar de possuírem imagens livres para uso, algumas restrições são impostas, como:

  • All rights reserved (Todos os Direitos Reservados), ou seja, não se pode utilizar sem pagar pelo uso;
  • Atribuição Requerida Não-Comercial, ou seja, quando se pode utilizar mas não para fins comerciais ou lucrativos;
  • Atribuição Não-Requerida e Grátis para uso Comercial, ou seja, é permitido utilizar no seu site, blog ou vídeo;

Para creditar imagens que são de uso não-comercial, basta creditar Nome do Autor/Usuário seguido de Reprodução. Exemplo: (Reprodução/Flickr/João da Silva) ou (Reprodução/Flickr/john_legend123).

Enquanto isso, para imagens as quais a atribuição não é requerida e o uso comercial liberado, basta, por gentileza e mera formalidade, creditar (Reprodução/Flickr) ou (Reprodução/Pixabay), sem a necessidade do nome da pessoa ou usuário.

Quarto caso: imagens de filmes e séries

As imagens de filmes e séries devem ser apenas utilizadas quando quando divulgadas por studios de filmagem. Todo filme sempre tem imagens de divulgação, que são destinadas, comumente, à imprensa.

Estas imagens são tidas como Imagens de Divulgação. Dessa maneira, deve-se creditar os studios de produção do filme e a inserção da identificação de que se trata de uma divulgação. Exemplo: (Divulgação/Disney Studios). 

Quinto caso: screenshots do YouTube

Você sabia que screenshots de um frame do YouTube, Facebook, Twitter ou Instagram são permitidos para uso livre? Contudo, há alguns casos que são necessários a atenção:

  • Primeiro: o vídeo é de um canal verificado?
  • Segundo: este canal verificado foi o que produziu o conteúdo?

Caso as respostas sejam afirmativas para ambas as perguntas, então é sim permitido utilizar as imagens. Um exemplo é o canal da NBA, que muitas vezes disponibiliza vídeos gerados em 4K, o que permite uma imagem de qualidade para ilustrar no seu site.

Os créditos devem ser dados, conferindo o fato de ser um conteúdo reproduzido, do local que foi retirado, o nome do canal e, de preferência, uma linkagem para o conteúdo. Exemplo: (Reprodução/YouTube/NBA

Sexto caso: imagens de fontes oficiais

Fontes oficiais são, geralmente, sites ligados a governos. No Brasil, temos a Agência Brasil, site que disponibiliza imagens do presidente, ministros, deputados e senadores. 

Para o crédito às imagens, basta garantir que trata de um conteúdo reproduzido e indicar o nome do fotógrafo vinculado à Agência Brasil. Exemplo: (Fernando Frazão/Agência Brasil). 

As imagens governamentais oficiais podem ser reproduzidas livremente por terceiros, sendo necessária apenas a indicação da fonte.

Sétimo caso: artes produzidas por terceiros

Artes produzidas por terceiros só podem ser utilizadas quando previamente autorizadas. Jamais se deve utilizar uma imagem produzida por outra pessoa na internet, mesmo que você esteja no Brasil e ela seja dos Estados Unidos.

Ah! Mas ela nem verá meu site ou descobrirá.

Além de ser algo antiético, os robôs do Google já são capazes automaticamente de identificar conteúdos plagiados, caso o mesmo seja solicitado por um autor de uma arte em específico.

Oitavo caso: bancos de imagem pago, como Getty Images

Sabe quando você vê aquela imagem perfeita que casaria idealmente para seu artigo na web e ela apresenta a seguinte legenda ‘Credits: Getty Images’? Então… não use!

Ela é uma imagem protegida por direitos autorais e não pode ser reproduzida, a não ser que seja comprada para o específico uso.

Bancos de imagens pagos são comumente utilizados por grandes corporações e, em caso de uso indevido, processos podem ser legalmente movidos.

Getty Images, iStock, Shutterstock ou ainda DepositPhotos devem ser evitados, caso não se assine ou pague pelo serviço.

Portanto, sempre que ver uma imagem na web, investigue a origem e perceba se pode ou não ser utilizada. 

Para evitar problemas (e também sermos pessoas mais legais no ambiente virtual) é sempre bom checar, para não cair como o vilão de um caso como esse…

Gostou do artigo? Veja mais no nosso blog ou acesse nosso site: www.GoodAds.com.br
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Dicas, Marketing Digital

O conceito de memes ganhou notoriedade nas redes sociais em meados de 2010. A popularização do Facebook e a universalização das redes sociais ajudou a impulsionar este conceito.

Memes, sob um conceito informal e social, é escrever um conceito de imagem, vídeos, GIFs e/ou relacionados ao humor, que se espalha e viraliza pelas redes sociais.

Os primeiros grandes memes, por assim dizer, foram os chamados “tipos de carinhas”, quando Troll Face, Me Gusta e Forever Alone espalharam-se pelas redes sociais ao longo de anos entre 2007 e meados de 2011.

Nesse meio tempo, os memes se desenvolveram, ganharam novas roupagens e saíram de apenas “tipos de carinhas” para tornar-se simplesmente algo viral.

Contudo, memes podem ser definidos como golfinhos da internet, por assim dizer. Surgem do mar com graça, fazem as pessoas felizes e depois retornam sem surgir novamente. 

Por isso, o meme é completamente temporal. Ou seja, ele escreve aquele momento. Um exemplo disso são os memes criados durante a quarentena no Brasil durante o mês de março que, em março do ano seguinte já não terão mais sentido.

Pensando assim nesse conceito de temporalidade, memes são válidos em campanhas de marketing digital? Pois bem, a Good Ads te convida a raciocinar conosco os prós e contras de adotar essa estratégia.

Memes e a temporalidade para marketing digital

Entrando em méritos de marketing digital, os memes podem parecer recursos atrativos para um negócio. Contudo, aliar um meme a uma marca pode ser prejudicial por alguns motivos:

Em primeiro lugar, a marca pode ser manchada pelo desenrolar negativo do meme; segundo, memes podem envolver imagens pertencentes a terceiros, o que pode implicar em sanções; por fim, memes são temporais e estratégias digitais devem visar, acima de tudo, o longo prazo.

Contudo, há também boas situações em que um meme pode cair muito bem dentro de uma estratégia digital. Entretanto, é necessário preparar a própria marca para ser encarada dessa forma nas mídias digitais.

Ou seja, os memes precisam estar aliados à marca de alguma forma, seja por ela produzi-los, seja por ela abraçá-los desde o início.

Produção de próprios memes

Um exemplo de case de sucesso é o Canal Coisa Nossa, do Guaraná Antárctica, no YouTube, que convidou diversos youtubers humorísticos para produção de vídeos para o canal.

Dessa forma, além de produzir os próprios memes, a Guaraná Antárctica se assume no meio como um “abraçador de memes”. É o caso, por exemplo, do Raio Brazilizante, popularizado pela marca.

Por conta dessa forma de atuação, a empresa possui duas formas diferentes de abordagem com o público.

Investe-se, assim, em um público mais jovem para redes sociais com o humorista Matheus Canella e o youtuber Lucas Inutilismo, e em um público mais convencional com a atriz consagrada Susana Vieira, embora com duas abordagens sejam bastante similares.

Memes sazonais e pontuais?

Assim, tem-se a adoção de memes sazonais e pontuais nas estratégias digitais, uma vez que a sua marca esteja aliada e aberta a eles. De nada adianta uma empresa adotar um comportamento sério, focado em um público x e, repentinamente, lançar um meme que é destinado a um público y.

É necessário, antes de tudo, estimular a estratégia digital, entender o público, para assim compreender a maneira de se portar nas redes sociais.

Memes em campanhas de grandes empresas

Contudo, grandes empresas já fizeram questão de popularizar ainda mais pessoas que lançaram memes nas redes sociais através de campanhas específicas.

Um exemplo recente foi o “Caneta Azul, Azul Caneta”, de Manoel Gomes. O cantor, que viralizou como meme nas redes sociais, lançou uma campanha junto a algumas marcas e alçou sua carreira como cantor.

Memes: usar ou não usar na estratégia digital

Em alguns casos, utilizar memes não é uma estratégia de toda ruim. Contudo, é necessário sempre pensar e ponderar com cautela sobre os memes e o marketing digital.

Quais os objetivos? Qual o comportamento da empresa? Qual postura a ser adotada? Enfim, são muitos questionamentos que exigem uma consultoria direta para avaliar cada situação, bem como as perspectivas de futuro.

No fim, o que importa realmente é que o público seja adequado às estratégias adotadas pela empresa no marketing digital. 

Gostaria de saber mais sobre esse assunto? Acesse nosso site: www.goodads.com.br e vá ao nosso blog!

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Dicas, Good Ads, Marketing Digital, SEO

A internet virou uma grande concorrência, definitivamente. Muitas lojas, muitas ofertas e uma procura igualmente gigante, porém, não muito diversa.

Pesquisas apontam que as pessoas tendem a “viciar” em uma loja na hora da compra. Ou seja, comprando em um site, e aprovando o produto, aquele será, digamos, seu site predileto.

Então, o que fazer para, além de virar o site predileto de alguém, fazê-lo comprar pela primeira vez? É necessário, acima de tudo, aparecer, convencer e, assim, conquistar. 

Entretanto, algumas estratégias precisam ser adotadas, como o Google Ads, mas, sobretudo, o SEO. E há técnicas de SEO muitas vezes utilizadas erroneamente em projetos de e-commerce.

Como, então, corrigir esses erros e alcançar a audiência? Trouxemos algumas soluções em cima dos erros mais comuns. Confira!

Os erros mais cometidos no SEO de e-commerce

O e-commerce depende muito do SEO. Isso porque é credibilidade e propaganda ao mesmo tempo. Afinal, sem que a loja apareça nas primeiras páginas do Google, o comprador já levanta uma pulga atrás da orelha sobre a reputação do e-commerce.

Dessa forma, para evitar esses erros, separamos os mais comuns a serem evitados em sua estratégia de marketing online.

Descrição do produto genérica ou mal elaborada

A descrição do produto precisa ser 100% original e ser utilizado técnicas de copywriting. Assim, a persuasão será a chave da descrição, e não apenas algo genérico.

Fazer da descrição do produto o seu vendedor online. Afinal, é ali que você precisa convencer o usuário. Um pequeno review, um pouco de características positivas e uma boa dose de conversa para conversar o usuário a levar o que é proposto. 

Pouca avaliação dos produtos

Convide as pessoas a avaliarem o produto, mesmo que com um sutil desconto a cada 10 avaliações, por exemplo.

Avaliações são bem lidas pelos motores de busca do Google, e representam uma interação direta entre usuário e e-commerce.

Não otimizar as páginas de produtos

Utilizar palavras-chave é fundamental para o crescimento do SEO de uma determinada página. Otimizar a partir disso faz com que os motores de busca segmentem a página a partir da palavra-chave.

Assim, o público encontrará de forma muito mais fácil o que procura, e agrada, acima de tudo, os motores de busca do Google. 

Títulos repetitivos ou idênticos a outros e-commerces

Por que não mudar os títulos para um mesmo produto? O ideal é sempre ser diferente no SEO. Ter títulos iguais prejudica o produto que entrou depois.

Quando há essa similaridade tão grande, o Google sempre dará prioridade ao mais antigo, ao com mais autoridade no domínio e na página (DA e PA, respectivamente).

URL única e ‘speaking’

A URL ainda é importante para os motores de busca. Ter uma URL pontual e objetiva é essencial, por isso evite as anônimas e também abandone códigos. 

Seja objetivo e, resumidamente, adote a explicação do que é o produto.

Exemplo: o livro ‘1984’, de George Orwell. A URL deve ser:

www.seusite.com.br/livros/george-orwell-1984 ou ainda 

www.seusite.com.br/livro-george-orwell-1984.

Dessa forma, os motores rapidamente avaliam que trata-se do livro de George Orwell. 

Seja original e busque ser único com seu e-commerce

O importante é sempre ser original. Um dos erros mais críticos quando se fala em SEO em e-commerce é a repetição de tudo o que já está sendo feito.

É fundamental bater nessa tecla: só a originalidade destaca. Ser mais um e-commerce sem um apelo diferenciado só colocará o seu site no limbo com outros. 

E o Google Shopping?

Estar no Google Shopping é definitivamente o ápice de um e-commerce. Estar no comparativo de preços e assim competir de igual para igual com a concorrência.

Contudo, há um caminho a ser seguido. Estar no Google Shopping não basta. É preciso estar lá e permanecer. Acima disso ainda, aparecer e fazer o usuário permanecer.

Afinal, seu e-commerce tem o que é preciso para manter o usuário navegando e interessado? A Good Ads pode ajudar a verificar se tudo está em ordem no SEO do seu e-commerce, assim adicionar aquele algo a mais para, assim, se destacar em meio à concorrência.

como vender mais na minha loja online? Good Ads marketing digital te ajuda

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O Bomboclaat, para ser direto e sem enrolações, trata-se de um termo de origem jamaicana, pelo qual os usuários da rede social são convidados a escolher uma determinada legenda para uma foto/vídeo.

Dessa maneira, os usuários podem repostar a publicação captada e indicada com bomboclaat, e assim criar uma legenda pessoal para a publicação.

Servindo como uma espécie de tag para fácil localização dos usuários, o bomboclaat é um convite para o compartilhamento, a repostagem e, dessa forma, a propagação de um determinado meme que pode ter inúmeros desdobramentos.

O bomboclaat na prática

Como já mencionado, o termo tem origem jamaicana, e, tal qual sua descendência estipula, o jargão expressa o significado de surpresa, irritação ou até estranhamento/curiosidade.

Contudo, entre os usuários da rede social, sobretudo no Twitter, ele se alterou para algo como “explique essa foto” ou ainda “crie uma legenda para isso”.  

De acordo com os dados coletados do Google Trends, ferramenta vinculada ao Google que monitora demais pesquisas na internet, o “bomboclaat” viralizou definitivamente no último trimestre de 2019, mais precisamente em outubro.

Vale destacar também que o termo jamaicano, no seu país de origem, é também utilizado como um palavrão. Na Jamaica, de acordo com o Urban Dictionary, o jargão é uma expressão de raiva que se refere vulgarmente a papel higiênico e absorventes menstruais.

Originado no Twitter

Originário do Twitter, que acumula seus memes próprios, o bomboclaat foi utilizado pela primeira vez, ao que tudo indica, em meados de setembro, pelo usuário @rudebwoy_lamz.

Na oportunidade, a imagem era de um personagem do desenho animado catdog. A publicação compunha duas imagens do ratinho que aparecia em sua toca, e logo depois dava meia volta e retornava. 

Os usuários não perderam tempo, e logo compartilharam o viral, dando uma legenda pessoal para a imagem aparentemente simples e de pouco sentido inicial.

Como usar o bomboclaat em uma estratégia digital?

Essa estratégia não serve apenas para o bomboclaat, mas sim para vários termos que acabam invadindo invariavelmente o Twitter.

No mês de julho, a tag “sco pa tu manaa” também acabou virando um hit na rede social. Seu significado era algo como “o que isso te lembra”. 

Logo substituída pelo bomboclaat, a “sco pa tu manaa” sequer foi reconhecida por usuários de outras redes sociais. No entanto, colocar uma foto que agregasse a tag trazia uma interação primorosa com os usuários da rede social.

É desse forma que o bomboclaat, ou ainda qualquer outro termo que surja em seguida, também se portará. 

A ideia é sempre a interação dentro da rede social, e a participação ativa entre perfil e demais usuários do site.

Atividade constante na rede social

Utilizar o Twitter como estratégia digital pode ter um efeito extremamente positivo, ou sequer produzir um efeito.

O importante é estar alinhado com os usuários da rede social: participando, comentando, fazendo tags e assim por diante.

Por essa razão é fundamental constituir uma estratégia muito bem pensada, e que seja, além de adequada, condizente com a expectativa dos usuários da rede social.

Afinal, o público do Twitter é muito diferente do Instagram e do Facebook, tendo um jeito próprio e particular de se comunicar dentro dessa grande bolha websocial.

Bomboclaat: os termos surgem e desaparecem no mesmo ritmo

E assim como o “sco pa tu manaa”, o bomboclaat também perderá seu trono. Mais enfraquecido desde que surgiu, ele ainda permanece como um meme exclusivo do Twitter.

A importância, porém, em quem quer constituir uma estratégia digital consolidada dentro da rede social é estar atento ao que está em alta, o que se comenta e como isso pode impactar na sua empresa.

Dessa maneira, o contato mais aproximado com o usuário será mais eficiente, e a estratégia elaborada promoverá frutos no futuro.

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Veja também o nosso sobre: Feng-shui a arte milenar que pode ser usada no seu home-office segundo a Good Ads Marketing Digital

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O feng-shui é uma prática milenar de origem chinesa. Baseada na organização e posicionamento dos cômodos e objetos dentro de um ambiente, o feng-shui ressurgiu como uma alternativa atualmente.

Uma alternativa, sobretudo, para quem deseja um espaço mais confortável, organizado e com harmonia. É a proposta do feng-shui, que, além de aliar o conforto à organização, também torna o ambiente funcional.

Afinal, em meio à pandemia, o home office tornou-se uma obrigação e um cotidiano na vida das pessoas. Dessa maneira, é imprescindível um espaço adequado e convencional para o trabalho. 

Dessa maneira, separamos algumas dicas e as vantagens de adotar o feng-shui para seu espaço de home office. 

O espaço home office beneficiado pelo feng-shui

Um espaço home office precisa ser organizado, aconchegante e profissional. Aliar esses três detalhes pode ser difícil, mas não é uma tarefa impossível.

Com o feng-shui, alia-se a funcionalidade do espaço a uma harmonia do próprio ambiente. Dessa forma, a produtividade se eleva, e o conforto aumenta.

Por esse motivo o feng-shui é tão importante, pois, além de proporcionar esse aconchego e um bom fluxo de energia do ambiente, promove funcionalidade, e, consequentemente, impulsiona a produtividade.

Vantagens do feng-shui para seu home office

  • Espanta energias negativas e reorganiza energias positivas;
  • Atrai relacionamentos adequados, positivos e que chamam boas energias;
  • Renova a casa como um todo;
  • Melhora a qualidade do sono noturno; 
  • Proporciona maior produtividade no trabalho e nas tarefas diárias;

7 dicas de feng-shui para aplicar no seu escritório

Antes de tudo começar, é necessária uma faxina completa no ambiente, para, então, iniciar a organização correta dos objetos. 

Logo depois, então, começa a organização para, enfim, energizar o ambiente de trabalho com as técnicas do feng-shui.

Mesa e cadeira próximas à janela

A mesa e a cadeira próximas à janela permitem uma entrada de luz que ilumina, literalmente, o local de trabalho. São boas energias vindas do lado de fora, e isso possibilita uma energização total.

Plantas para energizar o ambiente

Plantas não são apenas seres vivos. São seres vívidos, pois emana sua energia em todo o ambiente, contagiando tudo. Por isso, ter, mesmo que sutis, pequenas plantinhas espalhadas pelo ambiente do home office.

Cores claras

Cores claras auxiliam na energização por meio do sol. Um ambiente mais claro é um ambiente mais confortável e acolhedor. A iluminação é a base do feng-shui. Deixa o ambiente com o toque clean necessário.

Quadros com frases motivacionais

Motivar-se é essencial. Colocar quadros pela parede, além de potencializar o feng-shui, trazem a lembrança de afago, aconchego e conforto.

Faça do escrivaninha o seu escritório

No feng-shui, é imprescindível que cada elemento/objeto tenha sua determinada função. Por isso, a escrivaninha deve ser o ambiente de trabalho; o escritório. 

Nada de mesa da cozinha, cama ou sofá da sala. O escritório é a escrivaninha, e essa é a função dela segundo o feng-shui.

Seja minimalista com o que fica em cima da mesa

A funcionalidade também tem relação direta com os objetos que se dispõem sobre a mesa. Dessa maneira, é essencial que tudo o que esteja na mesa é para ser utilizado. O que não for usado pode ser descartado do espaço.

Estimule sua concentração

Evitar distrações é parte da concentração. Por essa razão o máximo que você deve ter nesse espaço home office é um rádio para escutar uma música vez ou outra.

Televisão, videogame e afins são apenas distração. Afinal, de distração já basta o smartphone que não sai de perto.

E você, como organiza seu atual ambiente de trabalho em casa? Conte para a gente e divida dicas do que pode ajudar para elevar a produtividade.

Veja o nosso artigo sobre: Como manter a produtividade durante uma crise, dicas da Agência Good Ads

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Estratégia digital também envolve contatos com personalidades do meio. No meio convencional, anos atrás, havia os garotos-propaganda das marcas/empresas.

Quem não lembra da Bombril, Casas Bahia e afins? A imagem dessas personalidades estava atrelada à imagem da empresa.

Atualmente, dentro das redes sociais, os influencers são o rosto das marcas que realizam inúmeras formas de propaganda: permuta, patrocínio ou ainda parcerias comerciais.

Enfim, os influencers têm o poder de atrelar suas imagens populares a uma determinada marca. Isso, além de elevar o nome do serviço/produto, relaciona diretamente influenciador digital e empresa.

Quais são, porém, as vantagens e desvantagens desse tipo de estratégia? 

O influencer como ‘representante’ da marca online

Um influencer será a voz do produto no meio online. Dessa maneira, ele propagará as ideias, conceitos e até mesmo impressões de uma marca no ambiente digital.

Isso significa um maior número de pessoas interessadas, e uma abertura maior de mercado. Por isso é preciso ser certeiro em três vertentes importantes:

  1. Escolha do influencer com o público certo;
  2. Ter todas as dúvidas na ponta da língua;
  3. Conteúdo para abastecer esse usuário;

Viu como tudo gira em torno do conteúdo destinado ao usuário? Afinal, para manter esse novo visitante, é necessário abastecê-lo. 

Esse conceito abrange diversas vertentes, com vídeos, imagens e, claro, textos. Isso porque é através do conteúdo que esse usuário convocado pelo influencer ficará. É uma forma de complemento.

Contudo, é sempre fundamental atentar-se ao primeiro item: a escolha do influencer com o público certo. Melhor: a escolha certa do influencer.

Estratégia digital arriscada ou uma oportunidade de deslanchar?

Escolher um influencer corretamente requer uma avaliação completa do perfil da pessoa. Uma escolha errada, e a mancha criada na marca pode ser permanente.

Em um caso excepcional em meio à pandemia da covid-19, uma influenciadora em especial acabou quebrando a quarentena, e seu caso repercutiu negativamente na internet.

Não era para menos, e, tão logo, usuários foram atrás das empresas que detinham parcerias com essa influencer, exigindo um pronunciamento e consequente quebra de contrato com a personalidade da web.

O caso repercutiu tanto que a mesma desativou o perfil no Instagram que contava com cerca de 4,5 milhões de seguidores (e vinha em decréscimo), além de ter perdido uma dezena de parcerias em função da polêmica.

Por essa razão é sempre fundamental saber quem se patrocina. Afinal, um caso como esse pode destruir completamente a reputação de uma influencer, e, consequentemente da empresa que a apoia.

No imaginário dos usuários, as duas situações não se separam, e tanto quem financia o(a) influencer, como, sobretudo, o(a) próprio(a) influencer serão estigmatizados pelo erro.

Vantagens da estratégia digital com influencer

  • Exposição maior da marca;
  • Criação de fãs da marca por apoio a uma influenciadora de um determinado público;
  • Estabelecimento da marca no meio digital;
  • Divulgação, avaliação e criação de conteúdo;
  • Audiência engajada;
  • Custo negociável;
  • Diversifica canais de comunicação;
  • Possibilidade de permuta;

Desvantagens

  • Marca atrelada a uma pessoa física;
  • Pode custar um valor muito alto;
  • Retorno em vendas não é garantido;

Influencer não deve apenas ser representante

Um influencer não é um representante ou um embaixador de uma marca. É preciso ter ciência que um influencer é, como diz a palavra, um influenciador.

Portanto, é necessário sempre conduzir a forma de propagação de um produto/serviço em conjunto com a personalidade do meio digital.

Isso porque você não vai querer cometer o erro de indicar o influencer x para o trabalho y. É necessário estudo de público e, acima de tudo, é claro, o retorno financeiro a curto, médio e longo prazo.

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Veja o nosso sobre: O que são Trendings ou o que são Trends? Saiba no artigo da Good Ads clicando aqui!

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