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Conectados, Marketing Digital, Social Media (Partners)

Recentemente a internet viu um termo tornar-se popular como um cometa atingindo as redes sociais.

Tal como a disputa protagonizada por “raiz e nutella”, chegou a vez da richa entre Geração Z e Millennials tomar conta da internet, trazendo consigo um termo bastante curioso e conhecido apenas pelos mais jovens.

A palavra ‘cringe’, um verbo de origem inglesa (to cringe), traduzido como encolher-se de medo ou, ainda, acoar-se. 

Entretanto, há também o significado de uma palavra similar ao verbo to cringe, o adjetivo cringey, que realmente chegou ao vocabulário brasileiro.

O que é cringe?

Cringe, incorporado ao português, vem do significado de cringey, que significa algo que soa como esquisito ou estranho; o popular termo para vergonha alheia no Brasil.

Assim, cringe, de um modo geral, é utilizado para adjetivar situações/pessoas/ações que causam desconforto, vergonha ou estranheza.

Por que pensar antes de usar trends em campanhas de marketing digital?

Bom, já falamos sobre a pequena história recente deste mais novo boom da internet, que vez ou outra surge. 

Ano passado foi o “Roi, Letícia, né?”, o próprio “raiz e nutella” ou ainda o “cringe”. Bom, esses termos tornam-se trends, mas não deixam de ser o que o marketing digital vê como estratégia temporal. 

Ou seja, não passam de memes, que duram pouco tempo. Possuem uma ascensão rápida e uma queda ainda mais veloz. 

Por isso, é sempre importante ponderar antes de utilizá-lo como estratégia de marketing digital. Afinal, é preciso ter consciência e um planejamento por trás do uso.

Utilizando memes e trends nas redes sociais da empresa

É proibido utilizar memes nas campanhas? Obviamente não. Entretanto, o indicado é sempre utilizar os mecanismos temporais de divulgação da sua empresa.

Um exemplo é a opção dos stories, que duram 24 horas e depois desaparecem. Ou ainda o chamado ‘post reciclável’, que pode ser retirado do feed após algum tempo.

Da mesma forma que os memes, as trends têm uma expectativa de vida curta, portanto é sempre recomendado evitar em publicações de campanha ou ainda em contato com determinado público-alvo.

Foque na sua linguagem e saiba dosar a comunicação

Às vezes, por achar que a internet é uma zona mais livre para desprender-se um pouco da formalidade, é preciso sempre saber qual a linguagem funciona com o seu público.

Claro que uma linguagem excessivamente formal é complicado, pois o ambiente online não pede termos rebuscados ou ainda o português da norma culta e padrão.

Entretanto, também não é indicado ser demasiado informal, utilizando gírias, palavras descoladas ou ainda expressões do momento.

Isso porque, ninguém é obrigado a estar atualizado com o vocabulário do presente, como por exemplo o caso do adjetivo cringe, reverberado em várias campanhas de marcas pelas redes sociais.

Como deve ser a campanha e assim evitar ‘ser cringe’

Para evitar ser cringe é bom evitar o cringe. Pois bem, é sempre interessante estar no hype e entender o que acontece nas redes sociais. Tal como dizem algumas agências de propaganda, ser um “heavy user” de rede social.

No entanto, é sempre importante ter cuidado em três questões principais:

  • Não usar nas campanhas de tráfego pago;
  • Não utilizar ou tornar o meme como estratégia;
  • Evitar o desgaste;

Portanto, conheça seu público, converse com ele e, se for para usar memes ou temáticas do momento, dê preferência ao provisório, seja em posts, seja em stories – sendo estes a principal fonte.

No mais, siga o planejamento, crie o próprio conteúdo, a comunidade da sua empresa e, quem sabe, a partir disso não surja o meme interno capaz de marcar a sua empresa junto ao seu público-alvo.

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Dicas, Marketing Digital

Redes sociais são espaços delicados no meio online. É por onde ocorre toda a interação e o engajamento entre uma empresa e os potenciais clientes.

Dessa forma, o perfil na rede social é a face da empresa posta à prova por meio de redes de contato com usuários que apresentam um determinado problema a ser solucionado.

Por isso, é imprescindível saber como se portar nas redes sociais como empresa e, consequentemente, como o público irá enxergá-la.

Afinal, ali é um ambiente de construção de relacionamento, no qual uma escorregada e a perda do potencial é irrecuperável, lamentavelmente.

O que não fazer nas redes sociais da empresa

Pensando nisso, a Good Ads desenvolveu um Guia Completo que envolve as 12 coisas para nunca fazer nas redes sociais.

Quer aprender mais sobre? Vem com a gente que te mostramos as proibições e te explicamos detalhadamente os motivos. 

1) Apenas vender o seu produto

Sabe aquele perfil no Instagram que as publicações envolvem apenas vender o produto ou serviço? Os posts envolvem preços, os stories são sobre promoções e os Reels são meros vídeos publicitários? 

Pois bem, não seja esse perfil!

Quando uma empresa foca só na venda, o cliente não necessariamente se atrairá pelos valores ofertados. Querer vender pelo Instagram, Facebook ou TikTok envolve um caminho a ser trilhado.

Por isso, antes de decidir comprar, é preciso apresentar os motivos que possam levar o potencial cliente a querer adquirir o produto ou serviço.

Promoções, anúncios e a necessidade de venda escancaram que o objetivo da empresa é meramente oferecer um produto, quando, na realidade, ela precisa oferecer soluções para os problemas da audiência.

2) Não investir em profissionalismo

Tudo o que é barato sai muito caro. Um dos grandes problemas de vários perfis profissionais em rede social é justamente a falta de profissionalismo.

Ao contratar uma agência especializada, é preciso ter ciência que tudo é feito seguindo uma determinada estratégia, desde a elaboração da arte até o texto utilizado na publicação.

3) Postar por postar

A falta de profissionalismo então desencadeia o que chamamos de “postar por postar”. Um post apenas para “encher linguiça” nunca é uma boa ideia.

Todas as publicações devem ter objetivo, abranger um sentido e atingir o público de alguma forma. Para isso? Apenas profissionalizando a gestão das redes. 

Dessa maneira, tudo o que irá para o ar terá a curadoria necessária para aquela determinada rede social e destinado ao público-alvo definido.

4) Ter perfis em todas as redes sociais

Jamais! Você deve estar onde o seu público está e ser capaz de administrá-lo da maneira correta e mantendo o profissionalismo.

De nada adianta ter um Facebook, um Instagram, um TikTok, um Twitter, um Pinterest, um YouTube e não possuir capacidade para gerar conteúdo para tudo.

A concentração deve estar onde o público está, e então criar a partir da linguagem adotada pela determinada rede social.

5) Não estabelecer uma linguagem própria

Ter presença online não se trata apenas de criar uma conta na rede social e postar. É preciso marcar a presença. Mas… como?

Bom, são três pilares essenciais para isso acontecer: imagem, posicionamento e linguagem. 

É preciso ser presente como um todo:

  • Que os usuários observem a imagem e lembrem da sua marca. 
  • Que saibam o posicionamento sem antes a empresa se posicionar. 
  • Que entendam a linguagem e conversem com a empresa.

Isso é presença e identidade. Uma maneira de marcar espaço e garantir o reconhecimento da marca.

6) Nunca responder o público 

Ter uma rede social silenciosa é o grande erro de muitas empresas. Sabe o que isso quer dizer? Que o público não se sente à vontade de dialogar e conversar.

Por isso, mesmo em pequenas falas ou mensagens é importante estabelecer um diálogo humano e concreto na própria seção de comentários.

Questionar, estimular a conversa e então tentar atingir o usuário. Sem isso, o potencial cliente comenta para não ser lido e, assim, tornando-se esquecido.

7) Não comentar em publicações

Algo que é pouco visto entre os perfis de micro e pequenas empresas é o fato de comentar na publicação de terceiros. O engajamento que essa pequena ação garante é imensurável.

Por isso é uma ação essencial, uma vez que há uma maior exposição e, dentro do contexto da publicação, participar ativamente da ação.

Um exemplo básico são comentários em posts do mesmo assunto, elogiando, questionando e assim expondo-se para novos públicos, mas sempre de forma sutil.

8) Menos memes e mais conteúdo

Memes são culturas de agilidade. Ou seja, hoje são engraçados, mas amanhã já são passado. Sendo assim, não vale a pena investir nesse quesito.

Em algumas situações vale a pena, sobretudo quando o timing é exato para uma determinada publicação e a repercussão ultrapassa qualquer tipo de bolha na internet.

Diferentemente disso, não vale a pena investir em memes como alternativa de comunicação da empresa, isso porque tornam-se repetitivos em excesso e cansativos para o público.

9) Desleixo com a qualidade

Qualidade sempre deve ser priorizada em razão da quantidade. Por isso deve ser sempre observado corretamente o melhor horário para postagens e a periodicidade a ser feita.

Contudo, muito além disso, a qualidade deve reinar. Para uma empresa pequena, três publicações por semana são o bastante.

Variar é fundamental, com o intuito de atingir o público com conteúdos diversos, a fim de atrair usuários.

10) Apostar em apenas um formato 

O tópico anterior direciona para um problema comumente visto em perfis de rede social de inúmeras empresas dos mais variados ramos: a limitação de conteúdo.

Em muitos casos a publicação envolve uma imagem e um texto. Mas… só isso? Vídeos, podcasts, Reels, TikTok, YouTube, Spotify, Pinterest. 

Adotar a variedade ajuda na sobrevivência do negócio, garantindo uma maior exposição da marca.

11) Erros de português

Ninguém precisa ser o próprio Professor Pasquale da vida. Contudo, a atenssão aos detalhes precisa sempre ser redobrada. 

Afinal, percebeu como não ficou legal aquele atenção com ‘ss’ (dois esses) no parágrafo anterior?

É desse tipo de erro que tratamos. Erros básicos que devem ser cuidados, para, assim, evitar desconfiança sobre quem está falando pela marca.

12) Publicar conteúdos dos outros

Isso acontece mais frequentemente do que se imagina. Plágio, além de errado, é um crime! Portanto, o conteúdo deve ser sempre original ou então com os devidos créditos.

Vale para imagens, vídeos, trechos de textos (citações) e também para ideias de publicações em redes sociais, ok? 

Então é bom sempre importante evitar a cópia, mas a inspiração é sempre válida, contando, claro, com os devidos créditos

Até porque não é trabalho algum e você se torna uma pessoa muito mais legal na web.

Mas e aí, gostou das dicas sobre o que nunca fazer nas redes sociais da sua empresa? Se curtiu, compartilha com quem comete algum destes deslizes para ele ou ela evitarem no futuro!

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Dicas, Marketing Digital

Este texto é para você que está pensando em ter uma loja online e vender pela internet. Este texto também para você que tem uma loja online, mas ainda não sabe como lucrar vendendo pela internet.

A Good Ads tem o guia completo ensinando como vender pela internet, investindo pouco e obter lucros, além de presença online

Dicas para vender pela internet 

À primeira vista, vender pela internet assusta. Afinal, é um desconhecido. Tudo parece difícil de acessar. E está tudo bem. É preciso explorar, errar para acertar e, no futuro, colher os frutos do aprendizado.

Seja para quem já tem uma loja online ou quem planeja começar a vender pela internet, algumas dicas básicas são essenciais.

Trabalhe com a qualidade acima de tudo

Qualidade nas fotos. Qualidade nas redes sociais. Qualidade no contato com os clientes. É a palavra-chave de qualquer loja online

O cliente compra por necessidade, mas também é instigado a comprar pelos olhos. O que agrada é o visual. Um cliente pode ser perdido ao primeiro contato com a loja e não se agradar da organização do site ou do feed de notícias.

Por isso a profissionalização das redes é tão importante. Tudo reflete qualidade. Afinal, se o conteúdo criado e o cuidado com a loja ou as redes sociais inexistir, quem garante que o produto também não terá deficiências? 

Ofereça contato e suporte ao cliente em todo o processo de compra

O contato e o suporte é o que chamamos de pós-compra. Ela faz parte da jornada de compras do cliente e é parte essencial do processo.

Por isso, além de oferecer o suporte para dúvidas na pré-compra, também é importante consultar o cliente sobre o produto no pós-compra.

“O produto atendeu às expectativas?”

“Alguma sugestão para melhorarmos nosso atendimento?”

“Você indicaria este produto para mais pessoas?”

O feedback do cliente é essencial, pois ele também servirá como uma propaganda para o seu negócio.

Trabalhe na autoridade e na credibilidade da sua marca

Gerar autoridade e credibilidade depende de uma estratégia digital essencial para qualquer loja online: marketing de conteúdo. 

Com o marketing de conteúdo, a sua loja se apresenta como uma autoridade sobre o assunto, mostrando as vantagens de o cliente adquirir determinado produto e como este pode resolver os seus problemas.

O conteúdo deve retratar o produto, mas nunca com a intenção única de venda, mas sim apresentar ao potencial cliente os motivos que possam fazê-lo querer finalizar uma compra.

Saiba atrair seus clientes para comprarem os produtos

Na internet é possível fazer propaganda de qualidade a um investimento baixo. O Google Ads, o Facebook Ads e o Instagram Ads funcionam para atingir o maior número de pessoas com custo que cabe no bolso de qualquer empresa.

Para qualquer loja online é imprescindível ter uma reserva separada para os Ads. Isso porque assim é possível atingir um público nichado e de acordo com as expectativas da empresa.

Por essa razão é tão importante contar com um público-alvo definido, pois é a partir dele que toda uma estratégia de exposição e fortalecimento da marca será feita.

Tenha a opção de frete grátis sempre

Muitas pessoas podem achar que é difícil cobrir o frete. Entretanto, ter o frete grátis é atrativo para o fechamento da venda. Uma boa medida é colocar um mínimo de compras para gerar frete grátis. Por exemplo: compras acima de R$ 150 possuem frete grátis. 

Isso já provoca o consumidor e o faz querer chegar aos R$ 150 para desfrutar do frete grátis. Contudo, sem a opção de frete grátis – mesmo que para um mínimo de compras – o estabelecimento pode acabar perdendo a venda.

Estudos envolvendo o mercado apontam que a ausência do frete online podem influenciar entre 50% a 70% da desistência no processo de compra online

Portanto, o uso do frete grátis como fator de venda é uma maneira de fechar a compra e ainda garantir um consumidor fiel.

Onde vender pela internet

A venda pela internet é uma forte tendência, tanto é que até mesmo as redes sociais decidiram entrar no mercado. A escolha de onde vender parte da preferência de cada loja online e de qual produto se está vendendo.

Facebook e Instagram Shop

Excelentes para roupas, o Facebook e o Instagram Shop podem servir como divulgadores e para fechamento de compras com fácil acesso e prático uso.

Marketplace

Ideal para produtos tecnológicos, os marketplaces envolvem o Mercado Livre, o Facebook, a OLX e por aí vai. Servem para tirar dúvida e procurar compradores mais específicos que estejam realmente precisando.

Loja online própria

A loja online própria é um passo adiante. O investimento é um pouco maior, mas pode gerar resultados, principalmente em função da credibilidade adquirida e da autoridade conquistada. 

Vantagens de vender na loja online

  • Autonomia em todos os processos;
  • Horários flexíveis ao vender pela internet;
  • Maior alcance online do que offline;
  • Baixo investimento;
  • Ferramentas para propaganda com baixo custo;

E você tem alguma ideia do que pretende vender online? Chame a gente que te ajudamos em todos os seus processos de venda. 

Vender pela internet é a melhor opção em um mundo cada vez mais digital. Com o passar dos anos mais esta tendência se tornará uma regra.

Quer deixar esta oportunidade para trás? Não mesmo. Comece agora mesmo com sua loja online e venda muito mais no online. 

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Marketing Digital

Você já pensou em qual estratégia de marketing digital mais combina com cada signo? Bom, mesmo que você não seja o maior simpatizante com a astrologia, é necessário reconhecê-la como um grande produto da indústria cultural.

Virou popular e, não à toa, é consumido recorrentemente entre várias pessoas. Pensando nisso, decidimos fazer uma brincadeira para apresentar um pouco dos conceitos de marketing digital relacionados às personalidades de cada signo. Vamos conferir?

Como seria a estratégia de marketing digital de cada signo

Já imaginou se uma estratégia de marketing digital fosse definida de acordo com os signos? Bom, a Good Ads decidiu abraçar essa brincadeira e imaginar qual a estratégia de marketing digital mais combina com cada signo.

Áries – 21 de março a 20 de abril

Muito metódico, o ariano sempre busca algo muito mais abrangente e que componha todas as fases do funil de vendas. O inbound marketing é a estratégia que mais combina com este signo, por estreitar o relacionamento com o cliente oferecendo-lhe algo em troca da sua atenção.

A relação entre o inbound marketing e o ariano também foca na alta produção de conteúdo e atenção total aos dados e às métricas do conteúdo e das estratégias adotadas.

Touro – 21 de abril a 20 de maio

O contato é primoroso para o taurino. Sempre faminto por informação e por fornecê-la através de praticidade e objetividade, a estratégia digital mais adequada estaria relacionada ao email marketing.

Com este modelo, as ações de marketing digital geram a atenção de potenciais clientes da empresa, garantindo não só uma aproximação necessária, como também assegurando fidelização.

Gêmeos – 21 de maio a 20 de junho

Se existe um signo falante e que gosta de aparecer é o geminiano. Fala, opina e demonstra tudo o que conhece de forma bastante didática, inclusive. 

Por isso a produção de vídeos para as mais diferentes plataformas, como TikTok, YouTube e Twitch podem ser as melhores alternativas.

A produção audiovisual está entre as mais consumidas, por ser de fácil acesso e assimilação objetiva.

Câncer – 21 de junho a 21 de julho

Os cancerianos são parceiros e amam estabelecer ligações, sejam afetivas, sejam profissionais. Por isso, os guests posts são ideais para estes signos, pois combinam com sua personalidade.

Com as parcerias, publicações e colaborações, o guest post é capaz de atingir um público maior, além de firmar alianças importantes dentro do mercado.

Leão – 22 de julho a 22 de agosto

O signo que mais ama aparecer é, sem dúvidas, o leonino. Aparecer em primeiro e ser o centro das atenções é sempre o seu objetivo. Isso é o que acontece na estratégia de marketing digital que envolve o foco em SEO (Search Engine Optimization)

O SEO é uma estratégia excelente para quem deseja aparecer na primeira página do Google e conquistar o público através de uma pesquisa rápida, oferecendo soluções para determinados problemas.

Virgem – 23 de agosto a 22 de setembro

Seriedade, organização e foco em autoridade. Isto é o resumo do que um virginiano transborda para as pessoas que os cerca. O alinhamento é similar ao que acontece na estratégia digital que foca em Site e Blog.

Com um site e um blog, o objetivo é gerar autoridade e credibilidade junto aos clientes. Ter um nome forte no mercado e uma cartela de clientes já credita (e muito!) uma empresa ter um site como forma de atender o público de maneira mais formal e organizada.

Libra – 23 de setembro a 22 de outubro

Os librianos são equilibrados em tudo o que se propõe. Muito parecido com isso está o investimento em estratégias digitais que abrangem o tráfego pago em redes socias (Instagram Ads e Facebook Ads) e links patrocinados (Google Ads). 

Com uma estratégia digital focada em divulgar o trabalho, é preciso ter o equilíbrio no investimento para não gastar mais do que é necessário.

Escorpião – 23 de outubro a 21 de novembro

Sempre atento às tendências, o escorpiano é o signo em alta a todo o momento. Por isso, o ideal é trabalhar sempre com os hot trends. O Twitter pode ser o canal ideal para estabelecer uma relação de proximidade com a audiência.

Outra dica é também ficar atento às plataformas Google Trends e Buzzsumo, que marcam as tendências do mercado atual.

Sagitário – 22 de novembro a 21 de dezembro

Se tem um signo criativo e interativo no zodíaco, este é sagitário. Trabalhando em várias frentes, explorando ferramentas, este signo se adequa muito a estratégia envolvendo redes sociais.

Nas variadas mídias, é possível criar todo e qualquer tipo de conteúdo, além de manter a interação e estreitar o relacionamento com os clientes.

Capricórnio – 22 de dezembro a 20 de janeiro

Mesmo silencioso, o capricorniano costuma ser bastante observador. Por essa razão o benchmarking tem tanto a ver com este signo. 

Com este estratégia digital o foco está em monitoramento das ações da concorrência com a intenção de aprimorar a forma e o conteúdo para angariar novos públicos.

Aquário – 21 de janeiro a 19 de fevereiro

Os aquarianos são muito conhecidos por sua influência e com o trabalho junto a uma rede de contatos. Isso é o marketing de influências, que tem sido impulsionado nos últimos anos. 

Seja através de micro influenciadores ou grandes influenciadores, esse tipo de marketing trabalha o oferecimento de produtos/serviços por meio de terceiros (ou, melhor dizendo, patrocinados).

Peixes – 20 de fevereiro a 20 de março

O pisciano é aquele signo do sorriso largo e do coração enorme. Ele nunca vai permitir algo mal resolvido e insistirá sempre que possível na melhoria da relação. 

Atrelado a isso está o remarketing, que busca atrair com estratégias constantes – embora com abordagens diferentes – o público já consumidor.

Assim, aquele usuário que não foi “fisgado” na primeira oportunidade é capaz de ser conquistado em uma segunda, terceira ou quarta tentativa. É preciso, no entanto, cautela e tato para saber os limites. 

E aí, concorda com a lista? O que você mudaria? Conta pra gente qual é o seu signo e qual estratégia digital você gostaria de usar na sua empresa para vender mais!

Acesse www.GoodAds.com.br para saber mais e ler mais artigos maneiros!

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Dicas, Marketing Digital

Você já deve saber quase tudo sobre o Black Friday, certo? A data que é celebrada nos Estados Unidos desembarcou no Brasil há poucos anos e tem feito um verdadeiro sucesso por aqui.

Quem trabalha com marketing sabe do poder que essa data tem e do elevado número de compras que ela motiva. Por isso, nada mais justo de colocar sua micro ou pequena empresa no meio!

Não é porque você tem apenas um pequeno e-commerce de canecas personalizadas, um site com venda de roupas infantis por varejo e atacado ou ainda presta serviços de software ERP que não deve estar na Black Friday.

A data é para todos! Por isso, preparar-se para ela é fundamental e estipular estratégias é essencial. Então, que tal aproveitar essa data para alavancar as suas vendas e, consequentemente, a sua marca?

Por que adotar o Black Friday na micro e pequena empresa?

O Black Friday tem um grande apelo nos Estados Unidos e, mais recentemente, o Brasil também o adotou. A data é celebrada um dia após a comemoração do Dia de Ação de Graças. Em 2020, a data será 27 de novembro.

  • Data do Black Friday em 2020 é dia 27 de Novembro

Por conta disso, há muito tempo ainda para se preparar, umas semanas, sendo ideal sempre, com semanas de antecedência, já começar os preparativos para o boom de vendas. 

Participar da Black Friday 2020 é fundamental para micro empresas e pequenas empresas

Ao longo do Black Friday 2019, um número chamou muito a atenção. No ano passado, o número de pessoas que fizeram sua primeira compra no período cresceu assustadoramente. 

Segundo dados, 418 mil brasileiros utilizaram a internet pela primeira vez para comprar um item na Black Friday. Se em 2019, o número quase bateu a casa do meio milhão, imagine no Black Friday 2020?

O processo de inclusão digital cresceu e a adesão das pessoas a internet acompanhou esse avanço. É hora, portanto, de ficar de olho em dicas para não perder a oportunidade de vender na Black Friday 2020 e assim trazer mais vendas ainda para seu e-commerce.

Vantagens do Black Friday 2020 para micro e pequenas empresas

  • É uma campanha já pronta que movimenta o mercado;
  • Preços baixos e compradores ansiosos para desbravar promoções;
  • A insana busca pelo mais barato e pelos maiores descontos;
  • Comunicação facilitada pela ânsia de comprar;
  • Instinto de consumo voltado para a compra;
  • Busca por finalizar a compra antes do fim das promoções;


Dicas para micro e pequenas empresas no Black Friday 2020

É importante estar atento às datas comemorativas, bem como às estratégias a serem tomadas. Pensando nisso, a Good Ads separou algumas dicas para micro e pequenas empresas para a Black Friday 2020 e as demais que virão nos próximos anos. Confira!

Oferecer descontos realmente incríveis

O primeiro passo é realmente oferecer descontos incríveis à sua audiência. Nada de 5% ou 10%. Saia da caixinha e faça ofertas quase a preço de custo. Afinal, a estratégia da Black Friday 2020 é angariar clientes.

Frete grátis chama muito a atenção

Coloque frete grátis a partir de um consumo x. Gastou R$ 300? Frete grátis! Assim, você condiciona o público a gastar mais, estipulando, inclusive, as peças que têm direito ao frete grátis proposto. 

Dê um tratamento VIP à sua cartela de cliente

Faça com que seu público se sinta especial. Se um cliente casual ganha 25% de desconto, ofereça 40% a quem já é um comprador assíduo do seu e-commerce. Faça-o sentir especial por estar comprando e ser ativo no seu site.

Crie Wish Lists

A wish list é uma técnica muito interessante. No português livre, a Lista de Desejos ajuda o público a ter controle, por meio do e-mail, daquilo que lhes interessa. Assim, caso receba algum desconto, a mão de comprar com certeza coçará.

Tenha contato constante com o público

Faça contagem regressiva, comunique por e-mail, redes sociais e blog tudo o que precisa ser informado para deixar o público ciente das promoções ofertadas na Black Friday 2020.

Black Friday 2020: ideal para quem quer expandir a marca

O Brasil atualmente vive uma alta nos preços, uma crise sem precedentes e a economia está instável. Investir em uma data que proporcione descontos atrairá o público, que aguarda ansiosamente pela Black Friday 2020.

Afinal, o público espera e anseia por esses descontos, que espera surgirem durante o período de novembro, o qual antecede uma data tão importante como o Natal.

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E saiba que para um bom anúncio é só contatar nós da Good Ads

www.GoodAds.com.br

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Marketing Digital

Investir em marketing atualmente é pensar na expansão da empresa. É um passo a mais para ser dado. É comunicação com o público que consome, bem como divulgação do serviço/produto oferecido.

Ter um público fiel é sempre bom, mas consolidá-lo e ainda trazer novas pessoas para conhecer é muito melhor, certo?

Porém, como conquistar mais pessoas se a sua empresa não aparece? É para isso que o marketing digital é necessário.

Já imaginou uma agência de marketing digital em São Carlos que consegue ser seu próprio setor de comunicação, gerar resultados e ainda colocar sua micro ou pequena empresa em evidência no mercado?

Pode parecer um texto com requintes de propaganda, mas a Good Ads – Agência Online de Marketing sediada em São Carlos tem o que sua pequena empresa precisa para crescer.

Agência de marketing em São Carlos para ser o setor de comunicação da sua empresa

Já pensou em ter um setor de comunicação na sua micro ou pequena empresa? Pois é, pode parecer caro (e realmente é). Afinal, para uma empresa que está começando ou concentra poucos clientes ainda pode ser um verdadeiro desafio abrir um setor de comunicação.

Mais funcionários, mais despesas, mais gastos. Contudo, contratando uma agência de marketing online, é possível concentrar todas as funções de um setor de comunicação de maneira externa ao seu empreendimento. É o chamado multitask.

Multitask: a agência online de marketing em São Carlos

O conceito de multitask tem relação direta com tarefas distribuídas entre uma equipe. Dessa forma, é possível preencher diferentes trabalhos com especialidade em cada setor.

Com trabalho de redação, Google Ads, Redes Sociais, Email Marketing e afins, a agência de marketing online em São Carlos é capaz de realizar cada um dos trabalhos de forma remota e com a mesma eficiência que alocado.

Trabalhos pontuais que alcançam o Brasil e o mundo

O que uma agência de marketing online em São Carlos pode fazer pela sua micro ou pequena empresa? Já imaginou a evidência do e-commerce, do Google, das Redes Sociais, do Marketing direto com o consumidor.

Enfim! Muita coisa é possível fazer. Basta apenas investir para que isso aconteça. Vamos ver uns exemplos?

Trabalho com redes sociais

Redes sociais em evidência são pontos altos do marketing online. Com uma agência focada em criação de conteúdo, engajamento e movimentação das redes, o seu negócio fica em destaque, além de aparecer nos meios sociais digitais.

Trabalho com Ads

Com as redes sociais, há também a possibilidade de fazer um marketing direcionado. Opções como o Google Ads, Facebook Ads e Instagram Ads facilitam o alcance a novos potenciais clientes.

Trabalho com Marketing Local

O trabalho com SEO Local é essencial para uma micro ou pequena empresa que almeja crescer. Atualmente você pode sequer saber, mas até mesmo pequenos escritórios (por vezes com uma pessoa só) já usam dessa opção.

Vantagens de contratar a agência online de marketing em São Carlos

  • Custo baixo;
  • Equipe multitask;
  • Acesso rápido online através das redes sociais;
  • Terceirizar a comunicação e promover o funil de vendas;
  • Receber relatórios e clientes prontos para fechar o negócio;

Uma agência de marketing online como setor de uma pequena empresa

Custos com uma equipe para trabalhar exclusivamente para isso pode ser alto. Pode não, definitivamente é alto. Por isso, terceirizar esse serviço encurta o caminho do seu produto/serviço com o cliente.

Quer saber orçamento e tirar todas as dúvidas? Então nos chama por e-mail, telefone, redes sociais ou manda até um sinal de fumaça se precisar. Vamos fazer chover com resultados positivos para sua empresa!

É só acessar nosso site aqui www.goodads.com.br ou ir direto no nosso contato www.goodads.com.br/contato-good-ads

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Good Ads, Marketing Digital

Uma pequena empresa precisa sempre desdobrar um funcionário em três ou até quatro. É a realidade de centenas de milhares de brasileiros que tentam a vida começando por baixo e subir a escada rumo ao sucesso.

Você se identifica com isso? Seja com seu pequeno e-commerce, sua ideia, seu serviço, seu produto. Você sabe que precisa aparecer. Você precisa de marketing por trás.

Afinal, do que adianta um e-commerce sem compradores? Uma ideia sem admiradores? Um serviço sem clientes? Um produto sem interessados? Enfim, como fica? 

Pois é, com tantas coisas a serem feitas, desde as burocracias naturais, ao atendimento ao cliente, fechamento de uma venda, contato com fornecedor e ainda ter o tempo necessário para aparecer cada vez mais.

Ao chegar no teto do trabalho, o que fazer? O que fazer quando já não há como dar conta de tudo e os clientes novos não aparecem? Como, então, dar o próximo passo?

Essas perguntas parecem realmente um interrogatório policial. Essa é a intenção! Afinal, você está entre a cruz e a espada. Você sabe do que precisa, quando precisa e da forma que precisa.

Você precisa aparecer! 

Por que utilizar as redes sociais para pequenas empresas?

Ter um site elaborado pensando em alcance orgânico ainda é um sonho distante. Então, por que não investir em uma rede social elaborada para aparecer para o público?

Uma rede social organizada, que investe em conteúdo e fornece isso ao público têm maiores chances de desencadear novos clientes. 

Assim, os clientes criam um canal de vínculo com sua microempresa. Um local de maior proximidade. O 1 para 1 que, finalmente, é alcançado e que traz o cliente para participar da construção da pequena empresa.

Como selecionar a rede social para minha pequena empresa?

Pensando nisso, o primeiro passo a ser dado é selecionar a melhor rede social para sua pequena empresa. Nada de abrir contas em vários sites. O ideal é focar na criação para um em específico.

Dessa maneira, criam-se raízes para o seu público-alvo. O público-alvo que, antes de tudo, precisa ser definido. Após isso, como, então, selecionar a melhor rede social para a sua pequena empresa? Descubra!

Instagram: público jovem e imagens em excesso

O Instagram é destinado a um público mais jovem, com média de 18 a 35 anos. Seu público se encontra nessa faixa etária? Então investir em conteúdo para o Instagram é o canal para sua pequena empresa.

Aliar conteúdo visual e textual é fundamental para construir uma relação direta com seu público-alvo. Além disso, também se faz necessário deixar aberto os canais de contato direto, no caso as famosas DMs (Direct Messages). 

Facebook: popular e facilidade no contato 1 para 1

Atualmente a debandada do Facebook cresceu. Criar uma página no Facebook é compreender que a plataforma funciona muito mais por conteúdo pago do que qualquer outra coisa.

Contudo, ainda é um recurso quando falamos de popularidade e engajamento. Isso porque, caso se consiga criar uma comunidade na plataforma, as chances de retorno são enormes.

Um público-alvo de 35-50 anos e muito fiel. O Facebook ainda é um ótimo recurso, mas requer uma estratégia muito bem fomentada e pensada.

Twitter: interação e divulgação de ideias

No Twitter, exige-se uma participação ativa e muito mais presente. É dar uma cara à pequena empresa, estar atento aos Trends e participativo. 

Um exemplo de case de sucesso é a Lu da Magalu ou a Nath Natura. Talvez criar um personagem carismático por trás pode ser uma ideia. Já imaginou se viraliza a ideia?

TikTok: apresentação e popularização do talento

Você já imaginou concentrar estratégias digitais no TikTok? Pois é, a rede social tem feito muito sucesso no Brasil e no mundo. Com um algoritmo que beneficia, inclusive, o pequeno criador de conteúdo, ele é potencialmente viral.

Pensar em uma estratégia de oferecimento de conteúdo único, duetos, trends e afins é uma dedicação mais necessária, embora com potencial de expor a marca.

YouTube: produção de conteúdo constante

Um pouco mais complexo, mas pode ser uma alternativa também. Exige um pouco mais que as outras redes sociais, embora seja um case muito bom para explorar.

Concentrar conteúdo no YouTube exige um investimento em equipamento e edição. Entretanto, se for do gosto do microempresário, pequeno empresário, as chances de fluírem boas ideias são grandes.

Linkedin: rede social de aspecto profissional

O Linkedin é uma rede social que integra mais as pessoas de empresas, conteúdos profissionais, cargos, treinees, etc…

Como se fosse um currículo que você pode atualizar a todo momento e trazer novidades sobre sua vida no mercado de trabalho, o público é mais voltado para o B2B (Business-to-Business) e então funciona de forma diferente das outras redes sociais.

Quer atrair um público legal no Linkedin? Traga novidades da sua área de trabalho, artigos científicos interessantes, vídeos do Ted Talks…

Por que escolher só uma rede social para minha pequena empresa?

Há uma tendência dentro do marketing digital que vai muito além de apenas de converter novos clientes. Claro, converter clientes sempre é a essência das estratégias digitais.

Entretanto, mostrar-se ativo é tão importante quanto. Mas, o que seria se mostrar ativo? Bom, sabe quando você tem dúvidas se uma loja ainda está funcionando? É quase isso.

Estar ativo nas redes sociais é mostrar engajamento com seu conteúdo criado, com seu público e o seu produto/serviço.

Consequentemente, as pessoas interessadas notam a confiança e a presença da pequena empresa no meio digital. Assim, aparecendo, tem-se resultados muito mais expressivos e, obviamente, um engajamento e conversão maiores.

Afinal, antes de converter e engajar, você precisa, primeiramente, aparecer. E aí, vamos nos fazer presente, então?

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Marketing Digital

O público-alvo é a alma de um negócio. Parece clichê dizer isso e talvez todos que leem essa frase já sentem uma grande vontade de já fechar o artigo, pois ele não somará, aparentemente.

Entretanto, é preciso destacar como o público-alvo é a engrenagem que movimenta a máquina. É o público-alvo minuciosamente delimitado que torna-se o verdadeiro foco dos anúncios para uma posterior venda. 

Isso porque, mesmo que leituras e mais leituras sejam feitas, artigos e mais artigos sejam escritos e vídeos e mais vídeos sejam produzidos… isso não emplaca. E por que não emplaca? 

Muito provavelmente porque esquecemos uma parte primordial do público-alvo: a emoção.

A emoção muda a chave do público-alvo

E por qual motivo a emoção tem uma relação tão direta com o público-alvo? De que forma isso é algo tão relevante?

Digamos que uma pessoa tem todas as características relacionadas ao público-alvo. A profissão, o local de residência, frequência de compra, idade e todos esses aspectos, digamos, mais “frios” do marketing.

Contudo, o que ela está sentindo no momento? O que ela esperar sentir absorvendo o seu conteúdo produzido? Como captar essa pessoa através do que ela sente? Como o que ela sente interfere no ato dela de comprar?

Enfim, são muitos os questionamentos, mas precisamos sempre lembrar que se há muitas perguntas, existem proporcionalmente respostas para cada uma delas.

O que seu público-alvo está sentindo?

O público-alvo deve estar sentindo necessidade de solucionar um determinado problema; uma angústia. O serviço/produto que se oferece deve ser apresentado como essa solução para o específico problema.

Como captar a pessoa pelo que ela sente?

Estratégias de marketing atualmente precisam ser interativas e conversar diretamente com o público evocando uma resposta emocional do cliente. É o que chamamos dentro do marketing de B2C (Business to Consumer ou, em tradução livre, Negócios para o Consumidor).

O que seu público-alvo espera sentir ao consumir seu conteúdo?

Sempre que um produto é oferecido, ele deve gerar motivação e furor. Os potenciais consumidores precisam ser estimulados pelas estratégias de marketing, para assim finalizarem a compra.

Como o que ela sente interfere nela em comprar?

Se a estratégia desagrada o consumidor, ela não compra (e provavelmente não comprará nunca mais do seu negócio). Por isso é sempre necessária a curadoria de agências especializadas na hora de implementar estratégias de marketing pontuais para um público específico.

Afinal, se você tem um público-alvo, o marketing deve ser direcionado para ele.

A ciência da emoção e o marketing digital

Existem cinco emoções básicas  que podemos tratar dentro do marketing digital quando estabelecemos uma estratégia para com o público-alvo. São elas:

  • Medo;
  • Raiva;
  • Tristeza;
  • Estresse;
  • Felicidade;

 

São elas as principais que se devem atentar quando falamos de estratégias digitais. 

Medo

Nenhuma empresa quer provocar o medo em seu público. Quando se fala em medo, evoca-se o que chamamos de Fomo (Fear of missing out, em tradução livre, Medo de ficar de fora).

Essa é uma consequência da avalanche informacional. As pessoas ficam muito atentas às redes sociais, a sites e ao email, esperando sempre algo que aconteça – sem nunca saber realmente o que está prestes a acontecer.

Isso porque o medo de ficar de fora da “onda do momento” ou do “meme da vez” causa incômodo e pavor em quem usa cotidianamente a internet.

Raiva 

Já reparou como conteúdos que evocam uma reclamação, por exemplo, são propagados? Se por um lado o marketing tem todo seu lado positivo, ele pode, na mesma medida, ter seu lado negativo.

Um mau tratamento, produto sem qualidade ou suporte mal coordenado são o bastante para que o Reclame Aqui seja acionado. E você, como empresa, não quer seu nome mal visto no Reclame Aqui, certo?

Tristeza

Segundo Jonah Berger, da Wharton School – Universidade da Pensilvânia, nos EUA, a tristeza é uma emoção sufocante. Contudo, há um lado positivo na tristeza, sob um certo ponto de vista.

Histórias emocionantes, por exemplo, cativam e inspiram, provocando felicidade e estímulo direto. Portanto, a tristeza nem sempre deve estar associado a algo negativo.

Estresse

Fazer compras está relacionado diretamente com o aliviar do estresse. Por isso, criar campanhas envolta de alívio e conforto são sempre formas de atrair potenciais consumidores para, então, aliviarem o estresse.

Felicidade

Felicidade é o sentimento que mais provoca resposta. É o que move as pessoas. O riso, a diversão e o entretenimento são sempre virais e compartilháveis.

Por isso, expressar sempre sentimentos positivos em posts é essencial para atrair público e tornar o conteúdo sempre compartilhável. 

Definindo seu público-alvo de todas as formas

Definir o público-alvo é a parte principal de uma estratégia digital. Afinal, ele é a base de todas as decisões. Isso porque cada público terá um gosto diferente, um conteúdo diverso e uma maneira de contato.

Dessa forma, existem alguns passos para definir o público-alvo, a começar por vasculhar e entender o mercado, integrar uma comunidade e separar o que é persona e público-alvo. Vamos entender melhor sobre isso? Confira!

Vasculhar o mercado

Observar o mercado e entender a concorrência é uma boa maneira de começar. Para quem seu concorrente vende? Há como competir? Há como ter alternativas? Existem estratégias para abranger ainda mais?

É a primeira análise a ser feita. A segunda é colocar-se como consumidor antes de se colocar como empresa. Afinal, é preciso, antes de pensar como empresa, pensar como cliente.

Criar grupos para segmentar o público

Criar grupos de segmentação é também criar e entender públicos de hierarquia, sob o ponto de vista do conhecimento. Ou seja, existem dois públicos:

  • os que conhecem um produto/serviço ou sabem um pouco sobre;

  • os que nada conhecem e precisam ser introduzidos do início.

A estratégia deve envolver o abastecimento de conhecimento e sanar dúvidas de ambos os grupos. Isso traz credibilidade e sustenta a posição da empresa como uma fonte segura de informação.

Entretanto, o estudo do público deve vir, primeiramente, do ponto de vista de onde é esse público e como convencê-lo? Pois bem, destrinchá-lo entre público-alvo e persona é o essencial e o primeiro passo para isso.

Público-alvo x persona: diferenças entre os dois

Através de uma tabela simples, explicamos como definir seu público-alvo e sua persona. Confira:

Tabela de público-alvo e persona de acordo com a Agência de Marketing Digital Good Ads em São Carlos

 

Personalizar o conteúdo para o seu público-alvo

Pensando-se nisso, é fundamental que se crie conteúdo pensando nessas respostas, que abrangem cada um dos itens que definem um público-alvo (mais afastado, mas ainda interessado) e a persona (consumidor ideal e especializado).

Portanto, o que se faz necessário é um trabalho voltado para o público. Uma estratégia digital que tem como base o público-alvo, sem, claro, esquecer a persona.

Essa estratégia, sempre deverá ser feita por profissionais da área, geralmente pessoas que estão há tempo no mercado e conhecem diferentes clientes, assim conseguem fazer do benchmark, algo mais personalizado para sua empresa, por exemplo.

Com isso, estamos à disposição de você, amigo, para te ajudar a buscar mais do seu público-alvo, criando engajamento e soluções. Vem fazer seu negócio render com a Good Ads Agência de Marketing Digital!

Um Agência de Marketing Especializada em Marketing Digital nesse link: Good Ads

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Marketing Digital

As empresas no Brasil ainda questionam muito o sucesso do Marketing Digital. Mas aí eu te pergunto, como não levar seu empreendimento para um lugar que o brasileiro mais passa o tempo de seu dia?

Atualmente, segundo um levantamento feito pela Hootsuite e We Are Social, o Brasil é o terceiro país do mundo que mais tempo permanece conectado. É uma incrível média de 9 horas e 14 minutos conectados por dia.

Você tem a real noção do que é esse tempo todo conectado? Não?! Então a agência Good Ads trata de explicar.

Brasil é Top 5 entre os conectados na internet

Apenas Tailândia (9 horas e 38 minutos) e Filipinas (9 horas e 24 minutos) estão à frente do brasileiro. Somente dois países estão mais conectados na web do que nós. Como então descartar uma estratégia que foca em vendas nesse meio?

A média geral do brasileiro é de 6 horas dormindo. Ou seja, quando acordado, o brasileiro fica metade do tempo inteiramente conectado na internet.

São redes sociais, buscas na web e compra/venda de produtos. A internet virou um recurso do dia a dia no Brasil. Afinal, com os smartphones, o uso da internet cresceu exorbitantemente nos últimos anos.

Portanto, a pergunta é novamente refeita: por que sua empresa ainda não adotou uma estratégia de Marketing Digital?

Muitos não confiam nos possíveis resultados. Contudo, cases de sucesso de grandes empresas mostram o contrário. Que tal darmos uma olhada na Magazine Luiza, por exemplo?

Magazine Luiza: a inspiração para estratégia de Marketing Digital

A Magazine Luiza é um exemplo de sucesso para qualquer negócio digital. Seja imobiliária, loja de roupas ou um escritório de advocacia. 

Todas as estratégias envolvendo o case da Magazine Luiza são fundamentais. Além disso, são todos simples de implantar, afinal tudo está acessível a um clique quando temos a internet. 

Em suma, o que podemos observar do site da Magazine Luiza para aplicar em uma micro ou pequena empresa?

  1. Site Responsivo;
  2. Google Ads;
  3. Contato com o público;
  4. Blog com conteúdo diversificado;
  5. Search Engine Optimization;

Por onde começar para implementar o Marketing Digital na minha empresa

Os cinco itens listados são ótimos para começar a estratégia de Marketing Digital do seu pequeno empreendimento. Pensando sempre em algo básico e que não exija um investimento tão alto, a estratégia exigirá:

 1) Site responsivo e intuitivo

Não precisa ser um grande portal. Contudo, ele precisa ser prático, navegável e, acima de tudo, simples de utilizar. 

Visualmente deve ser limpo e básico. Não há necessidade de poluição visual, pois o seu site deve ser como seu escritório online. E basta!

2) Google Ads para aparecer

Resultados a curto prazo e economizando muito. O Google Ads é a principal alternativa para engrenar um negócio online.

Isso porque, conhecendo bem o público, consegue-se, desde muito cedo, alcançar objetivos pontuais.

3) Contato com o público

As redes sociais são importantes fonte de contato com o público. Entretanto, no início, o ideal é sempre priorizar a mais direcionada ao seu público. 

Portanto, escolher entre Twitter, Instagram ou Facebook direciona e orienta seu público-alvo de acordo com idade, gênero, formato de conteúdo e etc. 

4) Blog com conteúdo diversificado

O blog não é local para propaganda. É local para conteúdo. É para credibilizar seu site, fazê-lo crescer e servir como fonte para assuntos do qual é especialista.

Isso cria confiabilidade do público e garante um contato mais próximo, de modo a garantir orientações para quem possui um problema.

5) SEO Local

Para micro e pequenas empresas, o SEO Local serve para direcionar propaganda e ações da estratégia digital para um público mais homogêneo, em termos de geolocalização.

Dessa forma, deve-se pensar sempre em como atingir o público-alvo de maneira expansiva, do centro e crescendo conforme o próprio negócio se expande dentro do meio online.

Marketing Digital é importante da micro à mega empresa

Como no começo do artigo já ressaltávamos: quem não quer estar à vista das pessoas que ficam 9 horas conectadas?

No Brasil, é necessário aproveitar estes casos, investir no digital e aparecer para o público. Caso contrário, e sem a paciência devida, dificilmente se conseguirá um espaço e o alcance do grande público.

Invista em Estratégia de Marketing Digital ainda hoje com uma Agência Especializada como a Good Ads – Clique aqui e saiba mais!

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Dicas, Marketing Digital

O conceito de memes ganhou notoriedade nas redes sociais em meados de 2010. A popularização do Facebook e a universalização das redes sociais ajudou a impulsionar este conceito.

Memes, sob um conceito informal e social, é escrever um conceito de imagem, vídeos, GIFs e/ou relacionados ao humor, que se espalha e viraliza pelas redes sociais.

Os primeiros grandes memes, por assim dizer, foram os chamados “tipos de carinhas”, quando Troll Face, Me Gusta e Forever Alone espalharam-se pelas redes sociais ao longo de anos entre 2007 e meados de 2011.

Nesse meio tempo, os memes se desenvolveram, ganharam novas roupagens e saíram de apenas “tipos de carinhas” para tornar-se simplesmente algo viral.

Contudo, memes podem ser definidos como golfinhos da internet, por assim dizer. Surgem do mar com graça, fazem as pessoas felizes e depois retornam sem surgir novamente. 

Por isso, o meme é completamente temporal. Ou seja, ele escreve aquele momento. Um exemplo disso são os memes criados durante a quarentena no Brasil durante o mês de março que, em março do ano seguinte já não terão mais sentido.

Pensando assim nesse conceito de temporalidade, memes são válidos em campanhas de marketing digital? Pois bem, a Good Ads te convida a raciocinar conosco os prós e contras de adotar essa estratégia.

Memes e a temporalidade para marketing digital

Entrando em méritos de marketing digital, os memes podem parecer recursos atrativos para um negócio. Contudo, aliar um meme a uma marca pode ser prejudicial por alguns motivos:

Em primeiro lugar, a marca pode ser manchada pelo desenrolar negativo do meme; segundo, memes podem envolver imagens pertencentes a terceiros, o que pode implicar em sanções; por fim, memes são temporais e estratégias digitais devem visar, acima de tudo, o longo prazo.

Contudo, há também boas situações em que um meme pode cair muito bem dentro de uma estratégia digital. Entretanto, é necessário preparar a própria marca para ser encarada dessa forma nas mídias digitais.

Ou seja, os memes precisam estar aliados à marca de alguma forma, seja por ela produzi-los, seja por ela abraçá-los desde o início.

Produção de próprios memes

Um exemplo de case de sucesso é o Canal Coisa Nossa, do Guaraná Antárctica, no YouTube, que convidou diversos youtubers humorísticos para produção de vídeos para o canal.

Dessa forma, além de produzir os próprios memes, a Guaraná Antárctica se assume no meio como um “abraçador de memes”. É o caso, por exemplo, do Raio Brazilizante, popularizado pela marca.

Por conta dessa forma de atuação, a empresa possui duas formas diferentes de abordagem com o público.

Investe-se, assim, em um público mais jovem para redes sociais com o humorista Matheus Canella e o youtuber Lucas Inutilismo, e em um público mais convencional com a atriz consagrada Susana Vieira, embora com duas abordagens sejam bastante similares.

Memes sazonais e pontuais?

Assim, tem-se a adoção de memes sazonais e pontuais nas estratégias digitais, uma vez que a sua marca esteja aliada e aberta a eles. De nada adianta uma empresa adotar um comportamento sério, focado em um público x e, repentinamente, lançar um meme que é destinado a um público y.

É necessário, antes de tudo, estimular a estratégia digital, entender o público, para assim compreender a maneira de se portar nas redes sociais.

Memes em campanhas de grandes empresas

Contudo, grandes empresas já fizeram questão de popularizar ainda mais pessoas que lançaram memes nas redes sociais através de campanhas específicas.

Um exemplo recente foi o “Caneta Azul, Azul Caneta”, de Manoel Gomes. O cantor, que viralizou como meme nas redes sociais, lançou uma campanha junto a algumas marcas e alçou sua carreira como cantor.

Memes: usar ou não usar na estratégia digital

Em alguns casos, utilizar memes não é uma estratégia de toda ruim. Contudo, é necessário sempre pensar e ponderar com cautela sobre os memes e o marketing digital.

Quais os objetivos? Qual o comportamento da empresa? Qual postura a ser adotada? Enfim, são muitos questionamentos que exigem uma consultoria direta para avaliar cada situação, bem como as perspectivas de futuro.

No fim, o que importa realmente é que o público seja adequado às estratégias adotadas pela empresa no marketing digital. 

Gostaria de saber mais sobre esse assunto? Acesse nosso site: www.goodads.com.br e vá ao nosso blog!

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