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Conectados, Marketing Digital, Social Media (Partners)

Recentemente a internet viu um termo tornar-se popular como um cometa atingindo as redes sociais.

Tal como a disputa protagonizada por “raiz e nutella”, chegou a vez da richa entre Geração Z e Millennials tomar conta da internet, trazendo consigo um termo bastante curioso e conhecido apenas pelos mais jovens.

A palavra ‘cringe’, um verbo de origem inglesa (to cringe), traduzido como encolher-se de medo ou, ainda, acoar-se. 

Entretanto, há também o significado de uma palavra similar ao verbo to cringe, o adjetivo cringey, que realmente chegou ao vocabulário brasileiro.

O que é cringe?

Cringe, incorporado ao português, vem do significado de cringey, que significa algo que soa como esquisito ou estranho; o popular termo para vergonha alheia no Brasil.

Assim, cringe, de um modo geral, é utilizado para adjetivar situações/pessoas/ações que causam desconforto, vergonha ou estranheza.

Por que pensar antes de usar trends em campanhas de marketing digital?

Bom, já falamos sobre a pequena história recente deste mais novo boom da internet, que vez ou outra surge. 

Ano passado foi o “Roi, Letícia, né?”, o próprio “raiz e nutella” ou ainda o “cringe”. Bom, esses termos tornam-se trends, mas não deixam de ser o que o marketing digital vê como estratégia temporal. 

Ou seja, não passam de memes, que duram pouco tempo. Possuem uma ascensão rápida e uma queda ainda mais veloz. 

Por isso, é sempre importante ponderar antes de utilizá-lo como estratégia de marketing digital. Afinal, é preciso ter consciência e um planejamento por trás do uso.

Utilizando memes e trends nas redes sociais da empresa

É proibido utilizar memes nas campanhas? Obviamente não. Entretanto, o indicado é sempre utilizar os mecanismos temporais de divulgação da sua empresa.

Um exemplo é a opção dos stories, que duram 24 horas e depois desaparecem. Ou ainda o chamado ‘post reciclável’, que pode ser retirado do feed após algum tempo.

Da mesma forma que os memes, as trends têm uma expectativa de vida curta, portanto é sempre recomendado evitar em publicações de campanha ou ainda em contato com determinado público-alvo.

Foque na sua linguagem e saiba dosar a comunicação

Às vezes, por achar que a internet é uma zona mais livre para desprender-se um pouco da formalidade, é preciso sempre saber qual a linguagem funciona com o seu público.

Claro que uma linguagem excessivamente formal é complicado, pois o ambiente online não pede termos rebuscados ou ainda o português da norma culta e padrão.

Entretanto, também não é indicado ser demasiado informal, utilizando gírias, palavras descoladas ou ainda expressões do momento.

Isso porque, ninguém é obrigado a estar atualizado com o vocabulário do presente, como por exemplo o caso do adjetivo cringe, reverberado em várias campanhas de marcas pelas redes sociais.

Como deve ser a campanha e assim evitar ‘ser cringe’

Para evitar ser cringe é bom evitar o cringe. Pois bem, é sempre interessante estar no hype e entender o que acontece nas redes sociais. Tal como dizem algumas agências de propaganda, ser um “heavy user” de rede social.

No entanto, é sempre importante ter cuidado em três questões principais:

  • Não usar nas campanhas de tráfego pago;
  • Não utilizar ou tornar o meme como estratégia;
  • Evitar o desgaste;

Portanto, conheça seu público, converse com ele e, se for para usar memes ou temáticas do momento, dê preferência ao provisório, seja em posts, seja em stories – sendo estes a principal fonte.

No mais, siga o planejamento, crie o próprio conteúdo, a comunidade da sua empresa e, quem sabe, a partir disso não surja o meme interno capaz de marcar a sua empresa junto ao seu público-alvo.

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Dicas, Marketing Digital

Redes sociais são espaços delicados no meio online. É por onde ocorre toda a interação e o engajamento entre uma empresa e os potenciais clientes.

Dessa forma, o perfil na rede social é a face da empresa posta à prova por meio de redes de contato com usuários que apresentam um determinado problema a ser solucionado.

Por isso, é imprescindível saber como se portar nas redes sociais como empresa e, consequentemente, como o público irá enxergá-la.

Afinal, ali é um ambiente de construção de relacionamento, no qual uma escorregada e a perda do potencial é irrecuperável, lamentavelmente.

O que não fazer nas redes sociais da empresa

Pensando nisso, a Good Ads desenvolveu um Guia Completo que envolve as 12 coisas para nunca fazer nas redes sociais.

Quer aprender mais sobre? Vem com a gente que te mostramos as proibições e te explicamos detalhadamente os motivos. 

1) Apenas vender o seu produto

Sabe aquele perfil no Instagram que as publicações envolvem apenas vender o produto ou serviço? Os posts envolvem preços, os stories são sobre promoções e os Reels são meros vídeos publicitários? 

Pois bem, não seja esse perfil!

Quando uma empresa foca só na venda, o cliente não necessariamente se atrairá pelos valores ofertados. Querer vender pelo Instagram, Facebook ou TikTok envolve um caminho a ser trilhado.

Por isso, antes de decidir comprar, é preciso apresentar os motivos que possam levar o potencial cliente a querer adquirir o produto ou serviço.

Promoções, anúncios e a necessidade de venda escancaram que o objetivo da empresa é meramente oferecer um produto, quando, na realidade, ela precisa oferecer soluções para os problemas da audiência.

2) Não investir em profissionalismo

Tudo o que é barato sai muito caro. Um dos grandes problemas de vários perfis profissionais em rede social é justamente a falta de profissionalismo.

Ao contratar uma agência especializada, é preciso ter ciência que tudo é feito seguindo uma determinada estratégia, desde a elaboração da arte até o texto utilizado na publicação.

3) Postar por postar

A falta de profissionalismo então desencadeia o que chamamos de “postar por postar”. Um post apenas para “encher linguiça” nunca é uma boa ideia.

Todas as publicações devem ter objetivo, abranger um sentido e atingir o público de alguma forma. Para isso? Apenas profissionalizando a gestão das redes. 

Dessa maneira, tudo o que irá para o ar terá a curadoria necessária para aquela determinada rede social e destinado ao público-alvo definido.

4) Ter perfis em todas as redes sociais

Jamais! Você deve estar onde o seu público está e ser capaz de administrá-lo da maneira correta e mantendo o profissionalismo.

De nada adianta ter um Facebook, um Instagram, um TikTok, um Twitter, um Pinterest, um YouTube e não possuir capacidade para gerar conteúdo para tudo.

A concentração deve estar onde o público está, e então criar a partir da linguagem adotada pela determinada rede social.

5) Não estabelecer uma linguagem própria

Ter presença online não se trata apenas de criar uma conta na rede social e postar. É preciso marcar a presença. Mas… como?

Bom, são três pilares essenciais para isso acontecer: imagem, posicionamento e linguagem. 

É preciso ser presente como um todo:

  • Que os usuários observem a imagem e lembrem da sua marca. 
  • Que saibam o posicionamento sem antes a empresa se posicionar. 
  • Que entendam a linguagem e conversem com a empresa.

Isso é presença e identidade. Uma maneira de marcar espaço e garantir o reconhecimento da marca.

6) Nunca responder o público 

Ter uma rede social silenciosa é o grande erro de muitas empresas. Sabe o que isso quer dizer? Que o público não se sente à vontade de dialogar e conversar.

Por isso, mesmo em pequenas falas ou mensagens é importante estabelecer um diálogo humano e concreto na própria seção de comentários.

Questionar, estimular a conversa e então tentar atingir o usuário. Sem isso, o potencial cliente comenta para não ser lido e, assim, tornando-se esquecido.

7) Não comentar em publicações

Algo que é pouco visto entre os perfis de micro e pequenas empresas é o fato de comentar na publicação de terceiros. O engajamento que essa pequena ação garante é imensurável.

Por isso é uma ação essencial, uma vez que há uma maior exposição e, dentro do contexto da publicação, participar ativamente da ação.

Um exemplo básico são comentários em posts do mesmo assunto, elogiando, questionando e assim expondo-se para novos públicos, mas sempre de forma sutil.

8) Menos memes e mais conteúdo

Memes são culturas de agilidade. Ou seja, hoje são engraçados, mas amanhã já são passado. Sendo assim, não vale a pena investir nesse quesito.

Em algumas situações vale a pena, sobretudo quando o timing é exato para uma determinada publicação e a repercussão ultrapassa qualquer tipo de bolha na internet.

Diferentemente disso, não vale a pena investir em memes como alternativa de comunicação da empresa, isso porque tornam-se repetitivos em excesso e cansativos para o público.

9) Desleixo com a qualidade

Qualidade sempre deve ser priorizada em razão da quantidade. Por isso deve ser sempre observado corretamente o melhor horário para postagens e a periodicidade a ser feita.

Contudo, muito além disso, a qualidade deve reinar. Para uma empresa pequena, três publicações por semana são o bastante.

Variar é fundamental, com o intuito de atingir o público com conteúdos diversos, a fim de atrair usuários.

10) Apostar em apenas um formato 

O tópico anterior direciona para um problema comumente visto em perfis de rede social de inúmeras empresas dos mais variados ramos: a limitação de conteúdo.

Em muitos casos a publicação envolve uma imagem e um texto. Mas… só isso? Vídeos, podcasts, Reels, TikTok, YouTube, Spotify, Pinterest. 

Adotar a variedade ajuda na sobrevivência do negócio, garantindo uma maior exposição da marca.

11) Erros de português

Ninguém precisa ser o próprio Professor Pasquale da vida. Contudo, a atenssão aos detalhes precisa sempre ser redobrada. 

Afinal, percebeu como não ficou legal aquele atenção com ‘ss’ (dois esses) no parágrafo anterior?

É desse tipo de erro que tratamos. Erros básicos que devem ser cuidados, para, assim, evitar desconfiança sobre quem está falando pela marca.

12) Publicar conteúdos dos outros

Isso acontece mais frequentemente do que se imagina. Plágio, além de errado, é um crime! Portanto, o conteúdo deve ser sempre original ou então com os devidos créditos.

Vale para imagens, vídeos, trechos de textos (citações) e também para ideias de publicações em redes sociais, ok? 

Então é bom sempre importante evitar a cópia, mas a inspiração é sempre válida, contando, claro, com os devidos créditos

Até porque não é trabalho algum e você se torna uma pessoa muito mais legal na web.

Mas e aí, gostou das dicas sobre o que nunca fazer nas redes sociais da sua empresa? Se curtiu, compartilha com quem comete algum destes deslizes para ele ou ela evitarem no futuro!

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Dicas, Google Ads, Marketing Digital

As redes sociais são ótimos mecanismos de prospecção. Afinal, as pessoas estão lá. Tendo público, há como propagar uma determinada mensagem. 

Entretanto, quando falamos em redes sociais, temos que pensar em público-alvo antes de tudo. Isso porque cada rede social abrange um público. Cada rede social propõe sua linguagem. Cada rede social abraça o usuário de uma determinada forma. 

Apesar de muito similares, há pontos que diferenciam cada uma delas. Por exemplo, enquanto no Instagram temos um texto que se sobressai antes da imagem, no Instagram temos o inverso. No Twitter… bom, no Twitter é como se fosse um outro mundo.

Todas passíveis de prospectar importantes pessoas. Transformá-las em clientes. Aderir à sua estratégia de marketing digital. Entretanto, é necessário, além de estar presente na rede social, fazer presença na mesma.

Quer saber como fazer isso? Confira!

Redes sociais para prospecção de clientes

Facebook, Twitter e Instagram: a tríade da internet atual. Há anos essas três redes dominam, e é a partir delas que a estratégia precisa ser construída. Contudo, como criar exatamente o conteúdo que o público dessa rede social consome? Tentamos desvendar isso!

Facebook: alinhamento do verbal e do não-verbal

O Facebook é a rede social mais popular e mista. Não ter um Facebook é praticamente como não ter uma identidade no meio digital. Portanto, trata-se de um grande público, e bastante heterogêneo.

Para quem criar o conteúdo? O direcionamento se dá a partir do estudo do seu público específico. Por isso, é necessário entender, conhecer e se aproximar do seu público. Fazer parte e interagir nas comunidades (grupos) nos quais se encontram esses potenciais clientes.

No Facebook há uma liberdade grande de criação. Então é possível misturar memes com gráficos, por exemplo. Sua marca não perde credibilidade com isso. Na realidade, o efeito é totalmente positivo.

E no Facebook, textos curtos são indispensáveis. No máximo três parágrafos. Nada mais do que isso. Seja chamativo, e busque levar a pessoa para o blog com títulos atraentes (mas jamais enganadores) e, claro, imagens que despertem curiosidade.

Por fim, converse e interaja com seu público. Construa relacionamento dentro da rede social. Questione, dialogue, peça dicas e incentive a participação de quem te acompanha de alguma forma.

Instagram: imagem e vídeo prevalecem

O Instagram tem uma proposta diferente, e, por isso, exige uma forma diferente de ser utilizado. Antes de tudo é fundamental reconhecer todos os recursos disponíveis do Instagram.

Partindo do princípio de que todas as possibilidades da rede já são previamente conhecidas, é necessário aliar a imagem de quem está por trás da marca com a própria marca.

Isso porque as pessoas querem ver de quem elas compram. Querem a credibilidade aliada à pessoa, para, dessa forma, serem convencidas a confiar no que se está vendendo. 

Para posts, é sempre recomendável um feed padrão, buscando organização. Padronização de filtro, imagens similares e afins. Ter um padrão para primeira vista é indispensável.

Vídeos e imagens podem (e devem) prevalecer em relação aos textos. Por isso, sempre priorize um bom trabalho de edição de imagens e vídeos originais para a plataforma.

Twitter: imersão e presença – outro estilo nas redes sociais

Por fim, o Twitter é, provavelmente, a mais diferente de todas as redes sociais. Nele, exige-se uma imersão da marca para participar ativamente das discussões mais relevantes da plataforma.

Utilização de hashtags, interações com celebridades, interação com os próprios usuários, utilização de GIFs, memes e afins. 

No Twitter é fundamental estar ativo, e o acompanhamento dos trends (os Trending Topics da plataforma) é indispensável. É a partir deles que sua marca se fará presente na rede social.

Engajar para crescer

Apesar de as redes sociais terem suas diferenças no trato com o público e conteúdo, todas elas apresentam o mesmo objetivo e ação: engajar para crescer. Embora cada uma no seu estilo, todas devem proporcionar isso.

Engajar gera, consequentemente, crescimento, e é exatamente isso que toda a marca procura. Afinal, quando uma marca agrega ao usuário, há uma troca constante e também consistente.

A Good Ads tem a experiência necessária para promover seu negócio

Entretanto, apesar de todas as dicas, é sempre bom ter profissionais capacitados que entendam a linguagem das redes sociais por trás da sua marca. O chamado “cancelamento” na web pode gerar um impacto negativo (e irreversível) na sua marca.

Por isso, tudo que deve ser publicado antes precisa passar de uma curadoria. Dessa maneira, ganha-se usuários, engaja-se pessoas e a conversão em clientes é mais do que certa.

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